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João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
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|Daniel 5:4|
Beberam o vinho e deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra.
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|Daniel 5:5|
No mesmo instante, apareceram uns dedos de mão de homem e escreviam, defronte do candeeiro, na caiadura da parede do palácio real; e o rei via os dedos que estavam escrevendo.
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|Daniel 5:6|
Então, se mudou o semblante do rei, e os seus pensamentos o turbaram; as juntas dos seus lombos se relaxaram, e os seus joelhos batiam um no outro.
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7
|Daniel 5:7|
O rei ordenou, em voz alta, que se introduzissem os encantadores, os caldeus e os feiticeiros; falou o rei e disse aos sábios da Babilônia: Qualquer que ler esta escritura e me declarar a sua interpretação será vestido de púrpura, trará uma cadeia de ouro ao pescoço e será o terceiro no meu reino.
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|Daniel 5:8|
Então, entraram todos os sábios do rei; mas não puderam ler a escritura, nem fazer saber ao rei a sua interpretação.
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|Daniel 5:9|
Com isto, se perturbou muito o rei Belsazar, e mudou-se-lhe o semblante; e os seus grandes estavam sobressaltados.
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|Daniel 5:10|
A rainha-mãe, por causa do que havia acontecido ao rei e aos seus grandes, entrou na casa do banquete e disse: Ó rei, vive eternamente! Não te turbem os teus pensamentos, nem se mude o teu semblante.
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|Daniel 5:11|
Há no teu reino um homem que tem o espírito dos deuses santos; nos dias de teu pai, se achou nele luz, e inteligência, e sabedoria como a sabedoria dos deuses; teu pai, o rei Nabucodonosor, sim, teu pai, ó rei, o constituiu chefe dos magos, dos encantadores, dos caldeus e dos feiticeiros,
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12
|Daniel 5:12|
porquanto espírito excelente, conhecimento e inteligência, interpretação de sonhos, declaração de enigmas e solução de casos difíceis se acharam neste Daniel, a quem o rei pusera o nome de Beltessazar; chame-se, pois, a Daniel, e ele dará a interpretação.
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13
|Daniel 5:13|
Então, Daniel foi introduzido à presença do rei. Falou o rei e disse a Daniel: És tu aquele Daniel, dos cativos de Judá, que o rei, meu pai, trouxe de Judá?
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Sugestões

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26 de junho LAB 543
OS NOSSOS SALMOS
SALMOS 68-71
Hoje, temos mais alguns salmos inspiradores para ler.
Para Matthew Henry, o Salmo 68 provavelmente tenha sido composto por Davi na ocasião em que a arca do Senhor foi trazida de Obede-Edom para o tarbernáculo que ele tinha preparado em Sião. O salmista começa com uma oração contra os inimigos de Deus a favor do seu povo, depois passa a louvar a Deus, o que vai até quase no final do salmo. Por fim, Davi conclui o salmo com um humilde reconhecimento da glória e graça de Deus.
Se dividirmos o Salmo 69 em três partes, veremos que, primeiramente, até no verso 21, o salmista queixa-se de um grande aperto pelo qual ele está passando e daí roga a Deus insistentemente para que lhe alivie e socorra dessa situação. Depois vem a parte imprecatória. Do verso 22 até o 29, o texto visa os juízos de Deus contra os perseguidores do autor do salmo. Por fim, do verso 30 em diante, o salmista conclui com vozes de júbilo e de louvor, na segurança de que Deus vai ajudar e socorrer, tanto o próprio salmista quanto o povo, em geral.
O Salmo 70 é bem interessante. Ele é uma cópia, quase que “ipsis litteris”, do trecho final do Salmo 40. Mas como esse salmo também é de Davi, não podemos dizer que foi um plágio, pois é o autor copiando dele mesmo. Então, o que encontramos é Davi orando para Deus enviar socorro para ele mesmo, para Deus enviar confusão aos seus próprios inimigos e conceder alegria para seus amigos.
A seguir, nos deparamos com um salmo diferente, o 71. Ele não tem título, mas tem um bonito conteúdo. A impressão é que esse salmo foi escrito por um ancião que tinha sofrido muitas provas e passado por muitas dificuldades. Então, no começo, ele faz uma oração a Deus para que não o deixe, mas que o salve, confundindo os inimigos. A conclusão, no entanto, mostra muita fé, no estado que experimenta uma esperança como nunca antes. É um verdadeiro êxtase de louvor e alegria.
São apenas quatro salmos, mas é uma leitura compensadora. Muitas vezes, nos deparamos com situações em que não sabemos o que orar ou como orar. Nessas horas, lembramos das orações que lemos. Agora, se eu puder lhe dar uma dica, tente decorar os salmos. Decorá-los também é muito compensador! Sei alguns salmos de cor. E muitas vezes, nas minhas lutas espirituais, quando eu não sabia mais o que falar, o que manteve meu relacionamento com Deus foi a lembrança das palavras inseridas neles. E isso é bom!
Faça desses salmos, seus salmos.
Valdeci Júnior
Fátima Silva