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Afrikaans (1953) -
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1
|3 João 1:1|
Die ouderling aan die geliefde Gajus wat ek in waarheid liefhet.
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2
|3 João 1:2|
Geliefde, ek wens dat dit met jou in alles goed mag gaan en dat jy gesond is, soos dit met jou siel goed gaan;
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3
|3 João 1:3|
want ek was baie bly as daar broeders kom en van jou waarheid getuig, soos jy in die waarheid wandel.
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4
|3 João 1:4|
Ek het geen groter blydskap as dit nie, dat ek hoor dat my kinders in die waarheid wandel.
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5
|3 João 1:5|
Geliefde, jy handel getrou in alles wat jy doen vir die broeders, en dit vir vreemdelinge,
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6
|3 João 1:6|
wat van jou liefde voor die gemeente getuig het. Jy sal goed doen as jy hulle voorthelp op 'n voor God waardige wyse.
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7
|3 João 1:7|
Want vir sy Naam het hulle uitgegaan sonder om iets van die heidene te neem.
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8
|3 João 1:8|
Ons behoort dan sulke mense goed te ontvang, sodat ons mede-arbeiders van die waarheid kan word.
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9
|3 João 1:9|
Ek het aan die gemeente geskrywe, maar Diótrefes, wat onder hulle die eerste wil wees, steur hom nie aan ons nie.
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10
|3 João 1:10|
Daarom, as ek kom, sal ek hom herinner aan die werke wat hy doen deur met slegte woorde teen ons uit te vaar; en hiermee nie tevrede nie, ontvang hy nie alleen self die broeders nie gasvry nie, maar verhinder ook die wat dit wil doen en werp hulle uit die gemeente.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva