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Afrikaans (1953) -
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1
|Lamentações 1:1|
Alef. Ag, hoe verlate sit die stad wat vol mense was! Sy het soos 'n weduwee geword, sy wat magtig was onder die nasies; die vorstin onder die provinsies het dienspligtig geword.
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2
|Lamentações 1:2|
Bet. Bitterlik ween sy snags--haar trane oor haar wange! Sy het geen trooster onder al haar liefhebbers nie; al haar vriende het troueloos teen haar gehandel, haar vyande geword.
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3
|Lamentações 1:3|
Gimel. Juda is ontvolk deur ellende en deur sware diensbaarheid; hy sit onder die nasies, sonder om 'n rusplek te vind; al sy vervolgers het hom ingehaal tussen die engtes in.
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4
|Lamentações 1:4|
Dalet. Die weë na Sion treur, omdat daar geen feesgangers is nie; al haar poorte lê woes, haar priesters sug, haar jonkvroue is bedroef, en sy self het dit bitter.
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5
|Lamentações 1:5|
He. Haar teëstanders het die oorhand gekry, haar vyande lewe rustig; want die HERE het haar droefheid aangedoen vanweë die menigte van haar oortredinge; haar kinders het in gevangenskap gegaan voor die teëstander uit.
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6
|Lamentações 1:6|
Wau. En van die dogter van Sion het gewyk al haar heerlikheid; haar vorste het geword soos takbokke wat geen weiveld vind nie en kragteloos heengegaan het voor die vervolger uit.
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7
|Lamentações 1:7|
Sajin. Jerusalem dink, in die dae van haar ellende en haar omswerwinge, aan al haar kosbaarhede wat gewees het van die dae van die voortyd af. Toe haar volk deur die hand van die teëstander geval het en daar vir haar geen helper was nie, het die teëstanders haar aanskou, hulle het gelag oor haar ongelukkige uiteinde.
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8
|Lamentações 1:8|
Get. Jerusalem het swaar gesondig, daarom het sy 'n voorwerp van afsku geword; almal wat haar geëer het, verag haar, omdat hulle haar naaktheid gesien het; sy self sug en het haar weggedraai.
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9
|Lamentações 1:9|
Tet. Haar onreinheid kleef aan haar some, sy het aan haar einde nie gedink nie, en sy het wonderbaarlik gesink, sonder dat sy 'n trooster het. Sien my ellende aan, HERE, want die vyand hou hom groot.
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10
|Lamentações 1:10|
Jod. Die teëstander het sy hand uitgesteek na al haar kosbaarhede; ja, sy het gesien hoedat heidene in haar heiligdom kom, van wie U bevel gegee het dat hulle in u vergadering nie mag kom nie.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva