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Afrikaans (1953) -
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|3 João 1:1|
Die ouderling aan die geliefde Gajus wat ek in waarheid liefhet.
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|3 João 1:2|
Geliefde, ek wens dat dit met jou in alles goed mag gaan en dat jy gesond is, soos dit met jou siel goed gaan;
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3
|3 João 1:3|
want ek was baie bly as daar broeders kom en van jou waarheid getuig, soos jy in die waarheid wandel.
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4
|3 João 1:4|
Ek het geen groter blydskap as dit nie, dat ek hoor dat my kinders in die waarheid wandel.
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5
|3 João 1:5|
Geliefde, jy handel getrou in alles wat jy doen vir die broeders, en dit vir vreemdelinge,
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6
|3 João 1:6|
wat van jou liefde voor die gemeente getuig het. Jy sal goed doen as jy hulle voorthelp op 'n voor God waardige wyse.
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7
|3 João 1:7|
Want vir sy Naam het hulle uitgegaan sonder om iets van die heidene te neem.
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8
|3 João 1:8|
Ons behoort dan sulke mense goed te ontvang, sodat ons mede-arbeiders van die waarheid kan word.
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9
|3 João 1:9|
Ek het aan die gemeente geskrywe, maar Diótrefes, wat onder hulle die eerste wil wees, steur hom nie aan ons nie.
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10
|3 João 1:10|
Daarom, as ek kom, sal ek hom herinner aan die werke wat hy doen deur met slegte woorde teen ons uit te vaar; en hiermee nie tevrede nie, ontvang hy nie alleen self die broeders nie gasvry nie, maar verhinder ook die wat dit wil doen en werp hulle uit die gemeente.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva