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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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|Apocalipse 17:2|
met wie die konings van die aarde gehoereer het, en die bewoners van die aarde het dronk geword van die wyn van haar hoerery.
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3
|Apocalipse 17:3|
En hy het my in die gees weggevoer na 'n woestyn, en ek het 'n vrou sien sit op 'n skarlakenrooi dier, vol godslasterlike name, met sewe koppe en tien horings.
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4
|Apocalipse 17:4|
En die vrou was bekleed met purper en skarlaken en versierd met goud en kosbare stene en pêrels, en sy het in haar hand 'n goue beker gehad, vol gruwels en die onreinheid van haar hoerery;
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5
|Apocalipse 17:5|
en op haar voorhoof was 'n naam geskrywe: Verborgenheid, die groot Babilon, die moeder van die hoere en van die gruwels van die aarde.
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6
|Apocalipse 17:6|
En ek het die vrou gesien, dronk van die bloed van die heiliges en van die bloed van die getuies van Jesus, en ek het my uitermate verwonder toe ek haar sien.
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7
|Apocalipse 17:7|
Toe sê die engel vir my: Waarom het jy jou verwonder? Ek sal jou die verborgenheid van die vrou vertel en van die dier met die sewe koppe en die tien horings, wat haar dra.
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8
|Apocalipse 17:8|
Die dier wat jy gesien het, was en is nie, en sal uit die afgrond opkom en na die verderf vaar; en die bewoners van die aarde wie se name nie van die grondlegging van die wêreld af in die boek van die lewe geskryf is nie, sal hulle verwonder as hulle die dier sien wat was en nie is nie, alhoewel hy is.
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9
|Apocalipse 17:9|
Hier kom die verstand wat wysheid het, te pas. Die sewe koppe is sewe berge waar die vrou op sit.
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10
|Apocalipse 17:10|
En hulle is sewe konings: vyf het geval en een is; die ander een het nog nie gekom nie; en wanneer hy kom, moet hy 'n kort tydjie bly.
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11
|Apocalipse 17:11|
En die dier wat was en nie is nie, is self ook die agtste, en hy behoort by die sewe en gaan na die verderf.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva