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Afrikaans (1953) -
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|Filemom 1:11|
wat vroeër vir jou nutteloos was, maar nou baie nuttig vir jou en vir my. Ek stuur hom terug;
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|Filemom 1:12|
maar neem jy hom, dit is my eie hart, aan.
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|Filemom 1:13|
Ek wou hom by my hou, sodat hy my in die boeie van die evangelie in jou plek kan dien.
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|Filemom 1:14|
Maar sonder jou goedkeuring wou ek niks doen nie, sodat jou goedheid nie uit dwang sou wees nie, maar uit vrye keuse.
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|Filemom 1:15|
Want miskien is hy om hierdie rede 'n tydjie van jou geskei, dat jy hom vir altyd kan besit,
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|Filemom 1:16|
nie meer as 'n slaaf nie, maar méér as 'n slaaf, as 'n geliefde broeder in die vlees sowel as in die Here, veral vir my, hoeveel te meer vir jou.
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|Filemom 1:17|
As jy my dan vir 'n metgesel hou, neem hom aan net soos vir my.
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|Filemom 1:18|
En as hy jou benadeel het of iets skuld, sit dit op my rekening--
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|Filemom 1:19|
ek, Paulus, het dit met my eie hand geskrywe: ek sal betaal--om nie te sê jou rekening nie, want jy is daarby jou eie persoon ook aan my verskuldig.
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|Filemom 1:20|
Ja, broeder, mag ek tog van jou voordeel trek in die Here! Verkwik my hart in die Here.
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Sugestões

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08 de outubro LAB 647
ESCOLINHA DE JESUS
Mateus 11-13
Um dos melhores livros que li no último ano da faculdade foi “A Pedagogia de Jesus”, de J.M. Price, - JUERP. Quando fui professor, precisei reler este livro. Anteriormente publicado sob o título “Jesus, o Mestre por Excelência”, esse livro é a resultante da vida de trabalho do professor Price: aulas de ensino religioso no Seminário do Sudoeste (EUA), palestras feitas para professores de escolas bíblicas denominacionais, reuniões de congressos e de convenções regionais de classes bíblicas e cursos intensivos. É claro que não trata-se de um livro que pretende ser uma apresentação exaustiva ou erudita de Jesus como mestre. O objetivo dele é extrair da vida e dos ensinos de Jesus aquelas verdades que possam dar aos professores melhor visão e maior estímulo em sua gloriosa tarefa de ensinar.
Penso que nosso estudo deve partir do sentimento de que os professores cristãos (e aqui incluo qualquer pessoa, que em qualquer nível e contexto, ensine algo da Bíblia a outro) são hoje efetivamente a maior força para o ensino e a prática do bem. Ensinar os conceitos bíblicos não é fácil. Os professores de Ensino Religioso sabem muito bem disso. Eles, que laboram sob dificuldades e desencorajamentos mui fortes, para o bendito labor em que estão empenhados, precisam muito - e muito - de inspiração e de maior preparo. Mas qualquer de qualquer cristão espera-se o testemunho. E no testemunho eficaz estão subtendidos o ensino e o aprendizado.
E então, como ser um “ensinador” cristão? Sendo alguém que ensina como Cristo. E como era o ensino de Jesus? Sem teorizações, abra sua Bíblia em Mateus 11-13 e veja, na prática, o que rola na sala de aulas do Grande Mestre. “Quando acabou de instruir...”. O texto já começa assim. Jesus gastou dois terços do seu tempo ministerial ensinando. Ele gostava disso, e, com isso, influenciava. Este deve ter sido o motivo que levou João Batista, o seu primo, e professor precursor, a fazer uma pergunta para Jesus. Ele queria aprender de Jesus. Isto não diz nada a você? Claro que sim, não é mesmo? Então, venha curtir os ensinos do Messias, comigo.
Ele lamenta pelas cidades que não se arrependem dos seus pecados, e diz o porquê. Ele deixa claro sobre como é que os cansados podem encontrar repouso. Ensina também sobre porquê devemos guardar o sábado. Instrui sobre o servo escolhido de Deus, depois, da acusação que fazem contra Ele, deixa mais instruções ainda, como por exemplo sobre o sinal de Jonas. Por fim, deixa claro sobre quem são sua mãe e irmãos e conta sete parábolas.
Quer aprender tudo isto? Você já sabe como.
Valdeci Júnior
Fátima Silva