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American Standard Version (1901) -
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1
|2 Tessalonicenses 1:1|
Paul, and Silvanus, and Timothy, unto the church of the Thessalonians in God our Father and the Lord Jesus Christ;
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2
|2 Tessalonicenses 1:2|
Grace to you and peace from God the Father and the Lord Jesus Christ.
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3
|2 Tessalonicenses 1:3|
We are bound to give thanks to God always to you, brethren, even as it is meet, for that your faith growth exceedingly, and the love of each one of you all toward one another aboundeth;
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4
|2 Tessalonicenses 1:4|
so that we ourselves glory in you in the churches of God for your patience and faith in all your persecutions and in the afflictions which ye endure;
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5
|2 Tessalonicenses 1:5|
[which is] a manifest token of the righteous judgment of God; to the end that ye may be counted worthy of the kingdom of God, for which ye also suffer:
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6
|2 Tessalonicenses 1:6|
if so be that it is righteous thing with God to recompense affliction to them that afflict you,
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7
|2 Tessalonicenses 1:7|
and to you that are afflicted rest with us, at the revelation of the Lord Jesus from heaven with the angels of his power in flaming fire,
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8
|2 Tessalonicenses 1:8|
rendering vengeance to them that know not God, and to them that obey not the gospel of our Lord Jesus:
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9
|2 Tessalonicenses 1:9|
who shall suffer punishment, [even] eternal destruction from the face of the Lord and from the glory of his might,
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10
|2 Tessalonicenses 1:10|
when he shall come to be glorified in his saints, and to be marvelled at in all them that believed (because our testimony unto you was believed) in that day.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva