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American Standard Version (1901) -
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|2 Tessalonicenses 2:1|
Now we beseech you, brethren, touching the coming of our Lord Jesus Christ, and our gathering together unto him;
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|2 Tessalonicenses 2:2|
to the end that ye be not quickly shaken from your mind, nor yet be troubled, either by spirit, or by word, or by epistle as from us, as that the day of the Lord is just at hand;
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3
|2 Tessalonicenses 2:3|
let no man beguile you in any wise: for [it will not be,] except the falling away come first, and the man of sin be revealed, the son of perdition,
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4
|2 Tessalonicenses 2:4|
he that opposeth and exalteth himself against all that is called God or that is worshipped; so that he sitteth in the temple of God, setting himself forth as God.
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5
|2 Tessalonicenses 2:5|
Remember ye not, that, when I was yet with you, I told you these things?
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6
|2 Tessalonicenses 2:6|
And now ye know that which restraineth, to the end that he may be revealed in his own season.
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7
|2 Tessalonicenses 2:7|
For the mystery of lawlessness doth already work: only [there is] one that restraineth now, until he be taken out of the way.
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8
|2 Tessalonicenses 2:8|
And then shall be revealed the lawless one, whom the Lord Jesus shall slay with the breath of his mouth, and bring to nought by the manifestation of his coming;
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9
|2 Tessalonicenses 2:9|
[even he], whose coming is according to the working of Satan with all power and signs and lying wonders,
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|2 Tessalonicenses 2:10|
and with all deceit of unrighteousness for them that perish; because they received not the love of the truth, that they might be saved.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva