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Afrikaans (1953) -
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|2 Pedro 1:1|
Simeon Petrus, 'n dienskneg en apostel van Jesus Christus, aan die wat net so 'n kosbare geloof as ons verkry het deur die geregtigheid van onse God en Saligmaker, Jesus Christus:
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|2 Pedro 1:2|
Mag genade en vrede vir julle vermeerder word deur die kennis van God en Jesus, onse Here!
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|2 Pedro 1:3|
Immers, sy goddelike krag het ons alles geskenk wat tot die lewe en godsvrug dien, deur die kennis van Hom wat ons geroep het deur sy heerlikheid en deug,
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4
|2 Pedro 1:4|
waardeur Hy ons die grootste en kosbare beloftes geskenk het, sodat julle daardeur deelgenote kan word van die goddelike natuur, nadat julle die verdorwenheid ontvlug het wat deur begeerlikheid in die wêreld is.
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5
|2 Pedro 1:5|
En juis daarom ook moet julle met aanwending van alle ywer by julle geloof voeg die deug, en by die deug die kennis,
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|2 Pedro 1:6|
en by die kennis die selfbeheersing, en by die selfbeheersing die lydsaamheid, en by die lydsaamheid die godsvrug,
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|2 Pedro 1:7|
en by die godsvrug die broederliefde, en by die broederliefde die naasteliefde.
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|2 Pedro 1:8|
Want as hierdie dinge by julle aanwesig is en toeneem, dan laat dit julle nie ledig of onvrugbaar tot die kennis van onse Here Jesus Christus nie;
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|2 Pedro 1:9|
want hy by wie hierdie dinge nie aanwesig is nie, is blind en kortsigtig, en het die reiniging van sy vorige sondes vergeet.
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|2 Pedro 1:10|
Daarom, broeders, moet julle jul des te meer beywer om julle roeping en verkiesing vas te maak; want as julle dit doen, sal julle nooit struikel nie.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva