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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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1
|João 7:1|
En daarna het Jesus in Galiléa rondgegaan, want Hy wou nie in Judéa rondgaan nie, omdat die Jode probeer het om Hom dood te maak.
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2
|João 7:2|
En die fees van die Jode, die huttefees, was naby.
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3
|João 7:3|
Sy broers het toe vir Hom gesê: Vertrek hiervandaan en gaan na Judéa, sodat u dissipels ook u werke kan sien wat U doen.
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4
|João 7:4|
Want niemand doen iets in die geheim en soek tegelykertyd om in iedereen se mond te wees nie. As U hierdie dinge doen, vertoon Uself aan die wêreld.
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5
|João 7:5|
Want ook sy broers het nie in Hom geglo nie.
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6
|João 7:6|
Toe sê Jesus vir hulle: My tyd is nog nie daar nie. Maar julle tyd is altyd daar.
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7
|João 7:7|
Die wêreld kan julle nie haat nie; maar My haat hy, omdat Ek van hom getuig dat sy werke boos is.
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8
|João 7:8|
Gaan julle op na hierdie fees. Ek gaan nog nie op na hierdie fees nie, omdat my tyd nog nie daar is nie.
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9
|João 7:9|
En nadat Hy dit aan hulle gesê het, het Hy in Galiléa gebly.
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10
|João 7:10|
Maar nadat sy broers opgegaan het, toe het Hy ook opgegaan na die fees, nie openlik nie, maar in die geheim.
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Sugestões

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11 de outubro LAB 650
RELIGIÃO “DA BOCA PRA FORA”
Mateus 21-23
Conhece esta seita? A igreja “da boca pra fora”? Quer o endereço? Ela fica mais perto da sua casa, do que você imagina. É a tentação que temos de honrar a Deus com os lábios, mantendo-O longe do coração. É um perigo, como dizia uma antiga música secular romântica: “Perigo é ter você perto dos olhos, mas longe do coração”. A religião só é realmente religião quando acontece na prática. Mas o maior paradoxo que Jesus enfrentou foi a carência desta praticidade na vida das pessoas, diante da teoria que lhes circundava. E o enfrentamento era porque o Mestre não era assim. Pelo contrário, era autêntico. Autenticamente diferente do modismo religioso predominante.
Olhando por este prisma, você entende o Cristo, quando teatralizou o papel da entrada do Reino (Mateus 21:1-11). Quase todos os cambistas, vendedores, fregueses, freqüentadores e oficiantes do Templo não conseguiam enxergar por este lado. Por isto se escandalizaram. Nem os discípulos conseguiam ter o pé no chão com equilíbrio. E isto fazia com que não conseguissem vislumbrar as montanhas atrás da figueira. E a sua religiosidade, é uma tradição, uma profissão de fé, ou um viver autêntico? O que as suas crenças têm a ver com as suas práticas?
Não espante-se, por ser questionado. Jesus também o foi (21:23-27), de forma muito mais dura. E se você tiver dificuldades em responder a estas perguntas, não pense que suas respostas estejam longe. Não! Você não precisa ir à biblioteca, ao computador ou a um guru... não precisa de um defensor, um apologeta ou advogado, que lhe defenda. Não é necessário que se desgaste em uma busca cansativa, para apresentar um verdadeiro tratado que satisfaça tais questionamentos. Seria redundar na síndrome do teorismo morto.
Você não conhece pessoas ao seu redor que têm filhos, cônjuge e pais? Como se relacionam? Como você se relaciona com eles? É dos relacionamentos que precisamos aprender de Deus, e através dos relacionamentos que devemos testemunhar de Deus. Você não convive em ambiente de trabalho, em seu cotidiano? Quanto de idoneidade pode ser visto neste sistema de serviço? Tão visão transmite o quê, sobre a presença real de Deus em sua vida e na vida dos envolvidos? Você já lidou com dinheiro, fez negócios, comprou ou vendeu alguma coisa? Deu a César o que lhe era devido e a Deus o que Lhe pertencia? É nestas coisas corriqueiras da vida que a nossa verdadeira religiosidade está estampada (Mateus 22).
E o meu apelo é que, a partir das respostas aos questionamentos que lhe fiz, você tome a atitude de realizar mudanças práticas em sua vida cristã (Mateus 23).
Valdeci Júnior
Fátima Silva