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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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21
|1 Coríntios 14:21|
In the law it is written, By men of strange tongues and by the lips of strangers will I speak unto this people; and not even thus will they hear me, saith the Lord.
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22
|1 Coríntios 14:22|
Wherefore tongues are for a sign, not to them that believe, but to the unbelieving: but prophesying [is for a sign], not to the unbelieving, but to them that believe.
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23
|1 Coríntios 14:23|
If therefore the whole church be assembled together and all speak with tongues, and there come in men unlearned or unbelieving, will they not say that ye are mad?
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24
|1 Coríntios 14:24|
But if all prophesy, and there come in one unbelieving or unlearned, he is reproved by all, he is judged by all;
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25
|1 Coríntios 14:25|
the secrets of his heart are made manifest; and so he will fall down on his face and worship God, declaring that God is among you indeed.
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26
|1 Coríntios 14:26|
What is it then, brethren? When ye come together, each one hath a psalm, hath a teaching, hath a revelation, hath a tongue, hath an interpretation. Let all things be done unto edifying.
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27
|1 Coríntios 14:27|
If any man speaketh in a tongue, [let it be] by two, or at the most three, and [that] in turn; and let one interpret:
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28
|1 Coríntios 14:28|
but if there be no interpreter, let him keep silence in the church; and let him speak to himself, and to God.
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29
|1 Coríntios 14:29|
And let the prophets speak [by] two or three, and let the others discern.
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30
|1 Coríntios 14:30|
But if a revelation be made to another sitting by, let the first keep silence.
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Sugestões

Clique para ler Josué 9-13
10 de março LAB 435
A ESCOLHA DO COMPANHEIRO DE VIDA
Josué 01-13
Lendo “Josué”, pode-se perceber que não era aceitável que israelita algum se unisse em casamento com qualquer pessoa daquela terra que eles estavam conquistando. Isso era uma preocupação preventiva quanto às possíveis violações matrimoniais que poderiam surgir dentro de um casamento. E como essa ainda é uma preocupação válida, pensemos sobre algumas questões importantes na escolha do companheiro de vida.
H. Jackson Brown Jr. - escritor, compositor e artista – deu um presente para o filho um caderno com centenas de ideias e sugestões que havia anotado no decorrer de sua vida. Dentre essas instruções, havia uma que dizia: “Escolha muito bem o seu cônjuge. Dessa decisão única resultarão 90% de toda sua felicidade ou de toda a sua desgraça.” Que verdade!
Geralmente, escolhemos alguém por um ou mais dos seguintes motivos: a)Alcançar uma vida cheia de significado; b)Satisfazer nossas próprias necessidades de amor, aceitação, segurança, reconhecimento e interação; c)Ter alguém com quem compartilhar, com quem desenvolver-nos social, física, intelectual e espiritualmente.
Mas será que os nossos motivos estão certos?
O que levamos em conta ao escolher? A beleza, as experiências, as necessidades, as metas pessoais, os princípios religiosos e a escala pessoal de valores? E para se conhecer?
Pergunto isso porque, emocionalmente comprometidos, temos a tendência de não olharmos de maneira honesta para nós mesmos e para quem estamos amando. Temos medo de descobrir as coisas desagradáveis. No entanto, é imprescindível identificarmos nossos pontos fortes e fracos se quisermos ter sucesso ao escolher e se ajustar com quem casar.
Portanto, se você ainda não escolheu o companheiro da sua vida:
a) Se avalie;
b) Avalie a pessoa com quem quer se casar;
c) Veja até onde vai o respeito;
d) Estude os efeitos das suas possíveis reações.
Se você já é casado, quero propor para o seu casamento um relacionamento que vai além da entrega de uma pessoa à outra. Trata-se de uma relação compartilhada a três. Sim, você compartilhando a pessoa que você ama com uma terceira pessoa: Deus.
Se um casal deseja ter unidade entre si, deve buscar também a união com Deus. Algumas formas de fazer com que o relacionamento com Deus seja real na relação a dois é através da devoção pessoal, da oração, da participação nas atividades da igreja e da coerência em viver a prática do cristianismo que professa.
Quem aceita a direção divina em seus planos e ideais consegue constituir uma família harmoniosa e que valerá a pena, para a sociedade e para as gerações futuras.
Deus se preocupa com o bem-estar do ser humano, inclusive o seu. Ele é o mais interessado na sua felicidade.
Valdeci Júnior
Fátima Silva