-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
American Standard Version (1901) -
-
1
|1 Coríntios 8:1|
Now concerning things sacrificed to idols: We know that we all have knowledge. Knowledge puffeth up, but love edifieth.
-
2
|1 Coríntios 8:2|
If any man thinketh that he knoweth anything, he knoweth not yet as he ought to know;
-
3
|1 Coríntios 8:3|
but if any man loveth God, the same is known by him.
-
4
|1 Coríntios 8:4|
Concerning therefore the eating of things sacrificed to idols, we know that no idol is [anything] in the world, and that there is no God but one.
-
5
|1 Coríntios 8:5|
For though there be that are called gods, whether in heaven or on earth; as there are gods many, and lords many;
-
6
|1 Coríntios 8:6|
yet to us there is one God, the Father, of whom are all things, and we unto him; and one Lord, Jesus Christ, through whom are all things, and we through him.
-
7
|1 Coríntios 8:7|
Howbeit there is not in all men that knowledge: but some, being used until now to the idol, eat as [of] a thing sacrificed to an idol; and their conscience being weak is defiled.
-
8
|1 Coríntios 8:8|
But food will not commend us to God: neither, if we eat not, are we the worse; nor, if we eat, are we the better.
-
9
|1 Coríntios 8:9|
But take heed lest by any means this liberty of yours become a stumblingblock to the weak.
-
10
|1 Coríntios 8:10|
For if a man see thee who hast knowledge sitting at meat in an idol's temple, will not his conscience, if he is weak, be emboldened to eat things sacrificed to idols?
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva