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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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1
|Apocalipse 15:1|
And I saw another sign in heaven, great and marvellous, seven angels having seven plagues, [which are] the last, for in them is finished the wrath of God.
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2
|Apocalipse 15:2|
And I saw as it were a sea of glass mingled with fire; and them that come off victorious from the beast, and from his image, and from the number of his name, standing by the sea of glass, having harps of God.
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3
|Apocalipse 15:3|
And they sing the song of Moses the servant of God, and the song of the Lamb, saying, Great and marvellous are thy works, O Lord God, the Almighty; righteous and true are thy ways, thou King of the ages.
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4
|Apocalipse 15:4|
Who shall not fear, O Lord, and glorify thy name? for thou only art holy; for all the nations shall come and worship before thee; for thy righteous acts have been made manifest.
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5
|Apocalipse 15:5|
And after these things I saw, and the temple of the tabernacle of the testimony in heaven was opened:
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6
|Apocalipse 15:6|
and there came out from the temple the seven angels that had the seven plagues, arrayed with [precious] stone, pure [and] bright, and girt about their breasts with golden girdles.
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7
|Apocalipse 15:7|
And one of the four living creatures gave unto the seven angels seven golden bowls full of the wrath of God, who liveth for ever and ever.
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8
|Apocalipse 15:8|
And the temple was filled with smoke from the glory of God, and from his power; and none was able to enter into the temple, till the seven plagues of the seven angels should be finished.
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Sugestões

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03 de setembro LAB 612
APROVEITE A DISCIPLINA POR AMOR
Ezequiel 21-23
O que significa a expressão “o cetro de meu filho”, de Ezequiel 21:10?
Pra entender essa figura, você precisa tentar entender todo o trecho de texto. Ezequiel 21:8-17 trata da Espada Afiada e Polida.
Na sequência dos capítulos anteriores, o terror da destruição próxima de Jerusalém é descrito neste oráculo aqui, em termos ainda assustadores. A espada não só estava desembainhada, mas está afiada e polida para o dia da matança (v.10). Não era ocasião nem para regozijo, nem para zombaria. Por ocasião do sítio de Jerusalém por Senaqueribe nos dias do rei Ezequias, houve aqueles que, com o maior cinismo, estavam se preparando para o desastre que ameaçava engolfar a cidade dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Isaías 22:13). Aparentemente, a história iria repetir-se ao Jerusalém ser sitiada pelos exércitos de Nabucodonosor. Esta diferença cínica em face de um perigo mortal reproduziu-se por ocasião do banquete que Belsazar ofereceu a seus grandes à véspera da tomada de Babilônia pelas tropas de Ciro (Daniel 5).
A frase final do v.10, que, a princípio, oferece umas certas dificuldades para ser entendida, poderia ser traduzida assim: “O cetro [na NVI, vareta] de meu filho despreza qualquer [outro] pau”. O termo hebraico “shebet” significa não somente “cetro”, mas também “tribo”. Nas bênçãos que Jacó proferiu em seu leito de morte somente de Judá diz ele beni, “filho meu” (Gênesis 49:9). Levando em consideração estes dois fatos, a frase “a tribo de meu filho” seria uma referência à tribo de Judá. O sentido de toda a frase seria então: “Judá despreza qualquer pau”. “Pau” teria neste contexto o sentido de “castigo”. Como Judá tinha desprezado os castigos mais leves do passado representados pelo “pau”, teria agora que sofrer o castigo da espada afiada e polida.
Através do “matador” do v.11, que é o NABUCODONOSOR, ou melhor, o exército que ele comandava, iria acontecer uma guerra contra todo o povo de Judá, e mesmo os príncipes não escapariam (v.12). O castigo seria feio. Judá, que tinha desprezado os castigos anteriores expressados pela vara, não sobreviveria ao castigo da espada (versos 13 e 10). A carnificina que ocorreria por ocasião do sítio e conquista de Jerusalém é descrita em termos horripilantes nos vv.14-17. E isso tudo realmente aconteceu. Infelizmente.
Lição de aplicação para a nossa vida: quando Deus nos permitir uma leve conseqüência ruim, em vez de desprezarmos a repreensão ou, em vez de até mesmo reclamar com Deus, o melhor é procurar aprender a lição enquanto a disciplina é leve. Caso contrário, a repreensão posterior pode ser insuportável. Concluindo tudo, o conselho é: aproveite a disciplina por amor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva