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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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|Apocalipse 15:2|
And I saw as it were a sea of glass mingled with fire; and them that come off victorious from the beast, and from his image, and from the number of his name, standing by the sea of glass, having harps of God.
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3
|Apocalipse 15:3|
And they sing the song of Moses the servant of God, and the song of the Lamb, saying, Great and marvellous are thy works, O Lord God, the Almighty; righteous and true are thy ways, thou King of the ages.
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4
|Apocalipse 15:4|
Who shall not fear, O Lord, and glorify thy name? for thou only art holy; for all the nations shall come and worship before thee; for thy righteous acts have been made manifest.
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5
|Apocalipse 15:5|
And after these things I saw, and the temple of the tabernacle of the testimony in heaven was opened:
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6
|Apocalipse 15:6|
and there came out from the temple the seven angels that had the seven plagues, arrayed with [precious] stone, pure [and] bright, and girt about their breasts with golden girdles.
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7
|Apocalipse 15:7|
And one of the four living creatures gave unto the seven angels seven golden bowls full of the wrath of God, who liveth for ever and ever.
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8
|Apocalipse 15:8|
And the temple was filled with smoke from the glory of God, and from his power; and none was able to enter into the temple, till the seven plagues of the seven angels should be finished.
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1
|Apocalipse 16:1|
And I heard a great voice out of the temple, saying to the seven angels, Go ye, and pour out the seven bowls of the wrath of God into the earth.
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|Apocalipse 16:2|
And the first went, and poured out his bowl into the earth; and it became a noisome and grievous sore upon the men that had the mark of the beast, and that worshipped his image.
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|Apocalipse 16:3|
And the second poured out his bowl into the sea; and it became blood as of a dead man; and every living soul died, [even] the things that were in the sea.
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Sugestões

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23 de outubro LAB 662
VOE MAIS ALTO!
Lucas 09-11
Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm
Valdeci Júnior
Fátima Silva