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American Standard Version (1901) -
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1
|Miquéias 7:1|
Woe is me! for I am as when they have gathered the summer fruits, as the grape gleanings of the vintage: there is no cluster to eat; my soul desireth the first-ripe fig.
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2
|Miquéias 7:2|
The godly man is perished out of the earth, and there is none upright among men: they all lie in wait for blood; they hunt every man his brother with a net.
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3
|Miquéias 7:3|
Their hands are upon that which is evil to do it diligently; the prince asketh, and the judge [is ready] for a reward; and the great man, he uttereth the evil desire of his soul: thus they weave it together.
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4
|Miquéias 7:4|
The best of them is as a brier; the most upright is [worse] than a thorn hedge: the day of thy watchmen, even thy visitation, is come; now shall be their perplexity.
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5
|Miquéias 7:5|
Trust ye not in a neighbor; put ye not confidence in a friend; keep the doors of thy mouth from her that lieth in thy bosom.
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6
|Miquéias 7:6|
For the son dishonoreth the father, the daughter riseth up against her mother, the daughter-in-law against her mother-in-law; a man's enemies are the men of his own house.
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7
|Miquéias 7:7|
But as for me, I will look unto Jehovah; I will wait for the God of my salvation: my God will hear me.
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8
|Miquéias 7:8|
Rejoice not against me, O mine enemy: when I fall, I shall arise; when I sit in darkness, Jehovah will be a light unto me.
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9
|Miquéias 7:9|
I will bear the indignation of Jehovah, because I have sinned against him, until he plead my cause, and execute judgment for me: he will bring me forth to the light, [and] I shall behold his righteousness.
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10
|Miquéias 7:10|
Then mine enemy shall see it, and shame shall cover her who said unto me, Where is Jehovah thy God? Mine eyes shall see [my desire] upon her; now shall she be trodden down as the mire of the streets.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva