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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Česká Bible BKR -
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1
|1 Reis 16:1|
Stala se pak řeč Hospodinova k Jéhu, synu Chanani, proti Bázovi, řkoucí:
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2
|1 Reis 16:2|
Proto že jsem tě vyzdvihl z prachu, a postavil za vůdci lidu mého Izraelského, ty jsi pak chodil po cestě Jeroboámově, a přivedls k hřešení lid můj Izraelský, aby mne popouzeli hříchy svými:
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3
|1 Reis 16:3|
Aj, já vyhladím potomky Bázovy a potomky domu jeho, a učiním domu tvému, jako domu Jeroboáma, syna Nebatova.
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4
|1 Reis 16:4|
Toho, kdož z rodiny Bázovy umře v městě, psi žráti budou, a kdož z nich umře na poli, ptáci nebeští jísti budou.
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5
|1 Reis 16:5|
Jiné pak věci Bázovy a všecko, což činil, i síla jeho, o tom zapsáno jest v knize o králích Izraelských.
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6
|1 Reis 16:6|
Když pak usnul Báza s otci svými, pochován jest v Tersa, a Ela syn jeho kraloval místo něho.
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7
|1 Reis 16:7|
A tak skrze Jéhu syna Chanani, proroka, stala se řeč Hospodinova proti Bázovi a proti domu jeho, i proti všemu zlému, kteréž činil před oblíčejem Hospodinovým, popouzeje ho dílem rukou svých, že má býti podobný domu Jeroboámovu, a proto že jej zabil.
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8
|1 Reis 16:8|
Léta dvadcátého šestého Azy, krále Judského, kraloval Ela syn Bázův nad Izraelem v Tersa dvě létě.
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9
|1 Reis 16:9|
I zprotivil se jemu služebník jeho Zamri, hejtman nad polovicí vozů, když on v Tersa kvasil a opilý byl v domě Arsy, vládaře města Tersa.
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10
|1 Reis 16:10|
V tom Zamri přišed, ranil ho, a zabil jej léta dvadcátého sedmého Azy krále Judského, a kraloval místo něho.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva