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Česká Bible BKR -
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11
|Neemias 1:11|
Prosím, ó Hospodine, nechť jest nakloněné ucho tvé k modlitbě služebníka tvého, a k modlitbě služebníků tvých, kteříž žádají báti se jména tvého, a dej šťastný prospěch, prosím, služebníku svému dnes, nakloně k němu lítostí člověka toho. Já pak byl jsem šeňkéřem královským.
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1
|Neemias 2:1|
Tedy stalo se měsíce Nísan léta dvadcátého Artaxerxa krále, když víno stálo před ním, že vzav víno, podal jsem ho králi. Nebýval jsem pak smuten před ním.
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2
|Neemias 2:2|
Pročež mi řekl král: Proč oblíčej tvůj smutný jest, poněvadž nestůněš? Jiného není, než sevření srdce. Pročež ulekl jsem se velmi velice.
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3
|Neemias 2:3|
A řekl jsem králi: Král na věky buď živ. Kterak nemá býti smutný oblíčej můj, když město to, kdež jsou hrobové otců mých, zpuštěno jest, a brány jeho ohněm zkaženy?
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4
|Neemias 2:4|
Opět mi řekl král: Čeho žádáš? Mezi tím modlil jsem se Bohu nebeskému.
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5
|Neemias 2:5|
Potom řekl jsem králi: Zdá-liť se za dobré králi, a jestliže má lásku služebník tvůj u tebe, žádám, abys mne poslal do Judstva, do města, kdež jsou hrobové otců mých, abych je zase vystavěl.
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6
|Neemias 2:6|
Ještě mi řekl král (královna pak seděla podlé něho): Dlouho-li budeš na té cestě, a kdy se zas navrátíš? I líbilo se to králi, a propustil mne, hned jakž jsem mu oznámil jistý čas.
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7
|Neemias 2:7|
Zatím řekl jsem králi: Vidí-li se za dobré králi, nechť mi dadí listy k vývodám za řekou, aby mne provedli, až bych přišel do Judstva,
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8
|Neemias 2:8|
Tolikéž psání k Azafovi, vládaři lesu královského, aby mi dal dříví na trámy, k branám paláce, při domě Božím, a ke zdem městským, a k domu, do něhož bych vjíti mohl. I dal mi král vedlé štědré ruky Boha mého ke mně.
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9
|Neemias 2:9|
Tedy přišed k vývodám za řekou, dal jsem jim psání královské. Poslal pak byl se mnou král hejtmany vojska a jezdce.
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Sugestões

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13 de fevereiro LAB 410
FAZENDO CONTABILIDADE NA BÍBLIA
Números 07-08
Quando fiz Processamento de Dados, tive algumas matérias me marcaram muito. Algumas delas eram da área de Contabilidade, mas eu não gostava tanto delas. Mesmo assim, sabia que eram absolutamente necessárias. E, ironicamente, apesar de não apreciá-las, era apaixonado por elas! E na necessidade de envolver-me com elas, eu me debruçava em cima dos conhecimentos contábeis, por obrigação. Lembro-me do desafio de fazer e fechar balancetes. Uma vez, passei quase a noite inteira “brigando” com um balancete.
O mais interessante eram as provas. O professor dava um problema. para fecharmos um balancete, e ficávamos nos matando em cima daquelas continhas “T”, por horas. No final, ou tirava a nota máxima, ou tirava zero. E o que mais me deixava intrigado era o fato de que o professor já nos fornecia o resultado final, antes de começarmos a fazer a prova. Eu ficava louco com aquilo. O importante não era saber qual era o número final, mas sim, como chegar até ele. Logo, se alguém quisesse colar, não teria como. O negócio era fazer os cálculos: números e mais números. A parte que eu gostava era comparar minha prova com as dos colegas, despois que o professor as devolvia. As que estavam certas eram exatamente iguais. Incrível! Se um detalhezinho estivesse diferente, tudo estaria errado, e o resultado seria desastroso. Foi Deus quem criou os números, as quantidades, as operações numéricas – a matemática. Por isso, ela é tão perfeita. E nessa, o importante não é o todo, mas sim os detalhes.
Os leitores superficiais precisam tomar cuidado. Há pessoas que quando se deparam com Números 7 e leem sobre o primeiro dia, quando Nasson trouxe sua oferta, e logo em seguida, quando leem sobre o segundo dia e começam a perceber que parece que a oferta de Natanael era igualzinha têm a tentação de dar apenas uma olhada por cima e pular lá para o final do capítulo ou para o seguinte. Não! Espere aí! Será que é iguazinho mesmo? E se não for? Será que isso importa?
Vou lhe fazer um desafio. Assim como um contabilista, tenha o compromisso de fazer um trabalho minucioso sobre “Números”, comparando todos os dados. Será que são todos exatamente iguais ou diferentes? Se forem iguais, você chegará ao final boquiaberto ao concluir: “Como Deus é organizado, minucioso, e detalhista!” E então entenderá porque está tudo ali: Deus dá a prova. Se não forem iguais, você terá um desafio maior (mas terá um aproveitamento maior ainda): responder à seguinte pergunta, para cada diferença que encontrar: “Por que só esse detalhezinho aqui é diferente?” O que ele tem a ensinar?
Você aceita o desafio? Então, comece já e verá como será legal!
Valdeci Júnior
Fátima Silva