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Česká Bible BKR -
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30
|Neemias 3:30|
Za ním opravoval Chananiáš syn Selemiášův, a Chanun syn Zalafův šestý, díl druhý. Za ním opravoval Mesullam syn Berechiášův proti pokoji svému.
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31
|Neemias 3:31|
Za ním opravoval Malkiáš syn zlatníkův až k domu Netinejských a kupců, naproti bráně Mifkad, až do paláce úhlového.
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32
|Neemias 3:32|
A mezi palácem úhlovým až do brány bravné opravovali zlatníci a kupci.
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1
|Neemias 4:1|
I stalo se, když uslyšel Sanballat, že stavíme zed, rozpálil se hněvem, a rozzlobiv se velmi, posmíval se Židům.
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2
|Neemias 4:2|
Nebo mluvil před bratřími svými a před vojskem Samařským, řka: Co ti bídní Židé berou před sebe? Tak-liž mají býti zanecháni? Což budou obětovati? Za jeden-liž den to dodělati mají? Také-liž i kamení z hromad rumu křísiti budou, kteréž spáleno jest?
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3
|Neemias 4:3|
Tobiáš pak Ammonitský podlé něho řekl: Nechať stavějí, však liška přiběhna, prorazí zed jejich kamennou.
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4
|Neemias 4:4|
Slyš, ó Bože náš, že jsme v pohrdání, a obrať pohanění jejich na hlavu jejich, a dej je v loupež v zemi, do níž by zajati byli.
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5
|Neemias 4:5|
A nepřikrývej nepravosti jejich, a hřích jejich od tváři tvé ať není shlazen, proto že jsou tě popouzeli v stavitelích.
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6
|Neemias 4:6|
A tak stavěli jsme tu zed, a spojili všecku až do polu, a měl lid srdce k tomu dílu.
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7
|Neemias 4:7|
Což když uslyšel Sanballat, a Tobiáš a Arabští, Ammonitští i Azotští, že by na dýl přibývalo zdi Jeruzalémské, a že se již byly počaly mezery zavírati, rozpálili se hněvem velice.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva