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Česká Bible BKR -
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|Rute 3:6|
Šla tedy na to humno, a učinila všecko, což jí rozkázala svegruše její.
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|Rute 3:7|
Když pak pojedl Bóz a napil se, a rozveselilo se srdce jeho, šel spáti vedlé stohu; přišla i ona tiše, a pozdvihši pláště u noh jeho, položila se.
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8
|Rute 3:8|
A když bylo o půl noci, ulekl se muž ten a zchopil se, a aj, žena leží u noh jeho.
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9
|Rute 3:9|
I řekl: Kdo jsi ty? A ona odpověděla: Já jsem Rut, děvka tvá. Vztáhni křídlo pláště svého na děvku svou, nebo příbuzný jsi.
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10
|Rute 3:10|
A on řekl: Požehnaná jsi ty od Hospodina, dcero má. Větší jsi nyní pobožnosti dokázala, nežli prvé, že jsi nehledala mládenců bohatých aneb chudých.
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11
|Rute 3:11|
Protož nyní, dcero má, neboj se; vše, čehož žádáš, učiním tobě, nebo víť všecko město lidu mého, že jsi ty žena šlechetná.
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12
|Rute 3:12|
A také jest to pravé, že jsem příbuzný tvůj, ale jestiť příbuzný bližší nežli já.
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13
|Rute 3:13|
Odpočiniž tu přes noc, a když bude ráno, jestližeť on bude chtíti práva příbuznosti k tobě užiti, dobře, nechť užive. Pakliť nebude chtíti práva užiti k tobě, já právem příbuznosti pojmu tebe, živť jest Hospodin. Spiž tu až do jitra.
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14
|Rute 3:14|
A tak spala u noh jeho až do jitra. Potom vstala prvé, nežli by kdo poznati mohl bližního svého; nebo pečoval Bóz, aby někdo nezvěděl, že přišla žena ta na humno.
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15
|Rute 3:15|
A řekl: Přines loktušku, kterouž se odíváš, a drž ji. A když ji držela, naměřiv jí šest měr ječmene, vložil na ni. I vešla do města.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva