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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Cornilescu -
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1
|2 Reis 22:1|
Iosia avea opt ani cînd s'a făcut împărat, şi a domnit treizeci şi unu de ani la Ierusalim. Mamă-sa se chema Iedida, fata lui Adaia, din Boţcat.
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2
|2 Reis 22:2|
El a făcut ce este bine înaintea Domnului, şi a umblat în toată calea tatălui său David; nu s'a abătut dela ea nici la dreapta, nici la stînga.
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3
|2 Reis 22:3|
În anul al optsprezecelea al împăratului Iosia, împăratul a trimes în Casa Domnului pe Şafan, logofătul, fiul lui Aţalia, fiul lui Meşulam. El i -a zis:
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4
|2 Reis 22:4|
,,Suie-te la marele preot Hilchia, şi spune -i să strîngă argintul adus în Casa Domnului, pe care l-au primit dela popor ceice păzesc pragul.
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5
|2 Reis 22:5|
Să se dea argintul acesta în mînile meşterilor însărcinaţi cu lucrarea în Casa Domnului. Şi să -l dea celor ce lucrează la dregerea stricăciunilor Casei Domnului,
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6
|2 Reis 22:6|
anume: dulgherilor, zidarilor şi petrarilor, pentru cumpărăturile de lemn şi de pietre cioplite, trebuitoare pentru dregerea stricăciunilor casei.
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7
|2 Reis 22:7|
Dar să nu li se ceară socoteala de argintul dat în mînile lor, căci ei lucrează cinstit.``
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8
|2 Reis 22:8|
Atunci marele preot Hilchia a zis lui Şafan, logofătul: ,,Am găsit cartea legii în Casa Domnului.`` Şi Hilchia a dat cartea lui Şafan, şi Şafan a citit -o.
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9
|2 Reis 22:9|
Apoi logofătul Şafan s'a dus să dea socoteală împăratului, şi a zis: ,,Slujitorii tăi au strîns argintul care se afla în casă, şi l-au dat în mînile meşterilor însărcinaţi cu facerea lucrării în Casa Domnului.``
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10
|2 Reis 22:10|
Şafan, logofătul, a mai spus împăratului: ,,Preotul Hilchia mi -a dat o carte.`` Şi Şafan a citit -o înaintea împăratului.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva