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Cornilescu -
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50
|Esdras 2:50|
fiii lui Asna, fiii lui Mehunim, fiii lui Nefusim,
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51
|Esdras 2:51|
fiii lui Bacbuc, fiii lui Hacufa, fiii lui Harhur,
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52
|Esdras 2:52|
fiii lui Baţlut, fiii lui Mehida, fiii lui Harşa,
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53
|Esdras 2:53|
fiii lui Barcos, fiii lui Sisera, fiii lui Tamah,
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54
|Esdras 2:54|
fiii lui Neţiah, fiii lui Hatifa.
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55
|Esdras 2:55|
Fiii robilor lui Solomon: fiii lui Sotai, fiii lui Soferet, fiii lui Peruda,
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56
|Esdras 2:56|
fiii lui Iaala, fiii lui Darcon, fiii lui Ghidel.
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57
|Esdras 2:57|
fiii lui Şefatia, fiii lui Hatil, fiii lui Pocheret-Haţebaim, fiii lui Ami.
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58
|Esdras 2:58|
Toţi slujitorii Templului şi fiii robilor lui Solomon erau trei sute nouăzeci şi doi.
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59
|Esdras 2:59|
Iată ceice au plecat din Tel-Melah, din Tel-Harşa, din Cherub-Adan, din Imer şi cari n'au putut să-şi arate casa lor părintească şi neamul, ca să facă dovada că erau din Israel.
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24 de setembro LAB 633
MIQUÉIAS, CRISTO, OS CRISTÃOS E VOCÊ
Miquéias 05-07
O livro de Miquéias é um livro profundamente cristocêntrico, tanto ao falar de Cristo quanto ao falar com os seguidores de Cristo. Embora tenha sido escrito antes de Cristo, é um livro profético, que portanto conseguiu enxergar no futuro mesmo estando ainda no passado. Essa sua transcendência ao tempo dá-nos a garantia de sua atualidade, mesmo depois de milhares de anos em que foi escrito, pois, afinal de contas, também foi escrito séculos antes do Cristo e dos cristãos a quem se refere.
Abaixo, vamos estudar dois versículos. Cada um deles, pode destacar-nos uma dessas cristologias do livro de Miquéias, a que olha para Cristo, e a que olha para os seguidores de Cristo.
“Mas tu, Belém-Efrata, embora pequena entre os clãs [ou governantes] de Judá, de ti virá para mim aquele que será o governante sobre Israel. Suas origens [no hebraico, saídas] estão no passado distante, em tempos antigos [traduzindo de forma mais literal: desde os dias da eternidade] (5:2 – NVI). Na versão bíblica Atualizada, de João Ferreira de Almeida, lemos como esta última proposta de tradução: “desde os dias da eternidade”. Aplicando este verso a Jesus (cf. Mateus 2:6), chegamos ao aprendizado de que, apesar de que, em sua fase de encarnação, tenha nascido em Belém, Cristo já existia muito antes do evento do seu próprio nascimento. E de acordo com Isaías 9:6, esta existência remonta-se à própria pré-existência eterna, no passado. Ou seja, Ele, divinamente, sempre existiu. Amém, por isso! Pois para ser o nosso Deus, precisa, no mínimo, ser eterno, não acha?
Essa segurança tem uma influência direta na nossa resposta comportamental. Cristo tem suas virtudes e prerrogativas divinas. Mas e o ser humano que o segue? O capítulo seguinte do livro de Miquéias nos ajuda a entendermos isto. “Ele mostrou a você, ó homem [ser humano], o que é bom e o que o Senhor exige [pede de ti]: pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus (Miquéias 6:8 – NVI). Alguém justo, fiel e que anda humildemente com Deus, é alguém que pode ser chamado de cristão, no melhor sentido da palavra. Quem somos nós para conseguirmos, por nosso próprio esforço, viver plenamente estas virtudes, não é mesmo?
É por isso que contamos com a graça de Deus. “Quem é comparável a ti, ó Deus, que perdoas o pecado e esqueces a transgressão do remanescente da sua herança? Tu que não permaneces irado para sempre, mas que tens prazer em mostrar amor (7:18 – NVI). Miquéias conseguiu enxergar a Deus num futuro muito distante, mas e você, tem vivido na presença do Deus (in)visível?
Valdeci Júnior
Fátima Silva