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Cornilescu -
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10
|Esdras 3:10|
Cînd au pus lucrătorii temeliile Templului Domnului, au aşezat pe preoţi în veşminte, cu trîmbiţe, şi pe Leviţi, fiii lui Asaf, cu chimvale, ca să laude pe Domnul, după rînduiala lui David, împăratul lui Israel.
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11
|Esdras 3:11|
Cîntau, mărind şi lăudînd pe Domnul prin aceste cuvinte: ,,Căci este bun, căci îndurarea Lui pentru Israel ţine în veac!`` Şi tot poporul scotea mari strigăte de bucurie, lăudînd pe Domnul, pentrucă puneau temeliile Casei Domnului.
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12
|Esdras 3:12|
Dar mulţi din preoţi şi Leviţi, şi din capii de familii mai în vîrstă, cari văzuseră casa dintîi, plîngeau tare, cînd se puneau supt ochii lor temeliile casei acesteia. Mulţi alţii îşi arătau bucuria prin strigăte,
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13
|Esdras 3:13|
aşa încît nu se putea deosebi glasul strigătelor de bucurie de glasul plînsetelor poporului; căci poporul scotea mari strigăte, al căror sunet se auzea de departe.
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1
|Esdras 4:1|
Vrăjmaşii lui Iuda şi Beniamin au auzit că fiii robiei zidesc un Templu Domnului, Dumnezeului lui Israel.
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2
|Esdras 4:2|
Au venit la Zorobabel şi la capii de familii, şi le-au zis: ,,Să zidim şi noi cu voi; căci, şi noi chemăm ca şi voi pe Dumnezeul vostru, şi -I aducem jertfe din vremea lui Esar-Hadon, împăratul Asiriei, care ne -a adus aici.``
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3
|Esdras 4:3|
Dar Zorobabel, Iosua, şi ceilalţi capi ai familiilor lui Israel, le-au răspuns: ,,Nu se cuvine să zidiţi împreună cu noi Casa Dumnezeului nostru; ci noi singuri o vom zidi Domnului, Dumnezeului lui Israel, cum ne -a poruncit împăratul Cir, împăratul Perşilor.``
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4
|Esdras 4:4|
Atunci oamenii ţării au muiat inima poporului lui Iuda; l-au înfricoşat ca să -l împedece să zidească,
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5
|Esdras 4:5|
şi au mituit cu preţ de argint pe sfetnici ca să -i zădărnicească lucrarea. Aşa a fost tot timpul vieţii lui Cir, împăratul Perşilor, pînă la domnia lui Dariu, împăratul Perşilor.
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6
|Esdras 4:6|
Supt domnia lui Asuerus, la începutul domniei lui, au scris o pîră împotriva locuitorilor din Iuda şi din Ierusalim.
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Sugestões

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04 de junho LAB 521
EQUÍVOCOS DE BILDADE
JÓ 08-10
Ao ler os capítulos do livro de Jó, penso que quando ocorre esse tipo de coisas que não conseguimos explicar, muitas vezes temos a tendência de colocar a culpa em alguém ou alguma coisa ao invés de buscar entender o “X” da questão. Por vezes, buscamos o entendimento, só que o problema é a fonte de informação à qual as pessoas procuram e que pode ser duvidosa. Se acontece assim, as informações adquiridas prejudicam mais que ajudam, justamente porque só serão verdadeiras até certo ponto. Portanto, na “hora do aperto”, algo que precisamos fazer é checar direitinho para ver se estamos bem conectados e sintonizados com a mente de Deus, de acordo com o que Ele já revelou na Sua Santa Palavra, a Bíblia.
Na leitura de hoje, há alguém que estava confundido pela tradição. Seu nome: Bildade. Ele aparece no capítulo oito para participar dos debates. Na primeira rodada da discussão de Jó com seus amigos, o primeiro a dar uma resposta para as declarações de Jó tinha sido Elifaz. Ele disse besteira. Jó, no entanto, não deixou por menos e logo em seguida deu-lhe uma resposta. Ou melhor, um discurso. Um segundo discurso foi seguido pela entrada na discussão desse outro amigo que estou comentando.
Mas quem era esse amigo? Trazendo um pouco de curiosidade bíblica, para você entender de onde ele veio, sugiro que leia Gênesis 25:1, onde mostra que Abraão, depois que Sara morreu, casou-se com Quetura. Essa segunda mulher teve seis filhos com o patriarca. Um deles se chamava Sua. Desse filhos, descenderam os suítas, de onde saiu Bildade. Então, esse “amigo” de Jó também era descendente de Abraão, mas não tinha nada a ver com o povo de Israel, que é o povo da Bíblia. Ele fazia parte daquele povo, daqueles filhos que Abraão tinha mandado embora de perto dele para a terra oriental.
Desde aquela época, os suítas viveram perto do rio Eufrates. Deles, nasceu Bildade que, por já estar longe do povo de Deus a um bom tempo, compartilhava daqueles conceitos errados dos seus companheiros. Era por isso, também, que tinha dificuldade de ser empático com Jó. Ele insistia numa teologia incompleta, que era mantida pela tradição.
O resumo é que tanto da parte de Jó, como dos seus amigos, percebemos a manifestação de uma confusão na compreensão sobre como Deus lida com os seres humanos. Confusão esta que não ajuda em nada na questão do sofrimento. Então, aprendemos que vale muito mais uma pura amizade com Jesus, que esteja embasada num profundo conhecimento bíblico, para nos ajudar a encontrar as respostas para os nossos anseios do coração.
Valdeci Júnior
Fátima Silva