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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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1
|Josué 15:1|
Et le lot échu à la tribu des fils de Juda, selon leurs familles, fut jusqu'à la frontière d'Édom, le désert de Tsin, vers le midi, à l'extrémité sud.
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2
|Josué 15:2|
Et leur frontière méridionale était depuis le bout de la mer Salée, depuis la pointe qui regarde vers le midi;
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3
|Josué 15:3|
et elle sortait vers le midi de la montée d'Akrabbim, et passait vers Tsin, et montait au midi de Kadès-Barnéa, et passait à Hetsron, et montait vers Addar,
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4
|Josué 15:4|
et tournait vers Karkaa, et passait vers Atsmon, et sortait au torrent d'Égypte; et la frontière aboutissait à la mer. Telle sera votre frontière au midi.
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5
|Josué 15:5|
-Et la frontière orientale était la mer Salée jusqu'à l'extrémité du Jourdain. -Et la frontière, du côté du nord, était depuis la pointe de la mer qui est à l'extrémité du Jourdain;
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6
|Josué 15:6|
et la frontière montait vers Beth-Hogla, et passait vers le nord de Beth-Araba; et la frontière montait vers la pierre de Bohan, fils de Ruben;
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7
|Josué 15:7|
et la frontière montait vers Debir, depuis la vallée d'Acor, et tournait contre le nord vers Guilgal, qui est vis-à-vis de la montée d'Adummim, laquelle est au midi du torrent; et la frontière passait vers les eaux d'En-Shémesh, et aboutissait à En-Roguel;
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8
|Josué 15:8|
et la frontière montait la vallée de Ben-Hinnom, vers le côté méridional de Jébus, qui est Jérusalem; et la frontière montait au sommet de la montagne qui est en face de la vallée de Hinnom, à l'occident, qui est à l'extrémité de la vallée des Rephaïm, au nord;
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9
|Josué 15:9|
et la frontière fut tracée depuis le sommet de la montagne jusqu'à la source des eaux de Nephtoah, et elle sortait vers les villes de la montagne d'Éphron; et la frontière fut tracée par Baala, qui est Kiriath-Jéarim;
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10
|Josué 15:10|
et la frontière faisait un détour depuis Baala, vers l'occident, jusqu'à la montagne de Séhir; et elle passait à côté de la montagne de Jéarim, qui est Kesalon, vers le nord; et elle descendait à Beth-Shémesh et passait par Thimna.
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Sugestões

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13 de junho LAB 530
O SOFRIMENTO PODE SER UMA DISCIPLINA
JÓ 35-37
Você está lendo direitinho o livro de Jó? Tem sido perseverante em ler os discursos dos quatro amigos e, principalmente ontem e hoje, o discurso do “amigo” Eliú? Porque se não formos perseverantes para, pelo menos, ler a história, é uma vergonha, não é mesmo? Pense na perseverança que Jó teve, ao suportar o sofrimento dele. Ele foi o homem que mais sofreu no mundo, mas que também se tornou símbolo da paciência, pela perseverança que teve em suportar tudo.
Os amigos dele, apesar de ficarem falando muita besteira, também foram perseverantes, coitados! Eles não merecem só a nossa critica, mas merecem também a nossa atenção, porque, apesar dos pesares, eles estavam tentando acertar. Pelo menos, eles estavam ao redor do sorumbático sofredor. Isso já foi uma virtude: aguentar ficar ao lado de Jó.
E nós estamos lendo, especificamente, sobre a última fala de Eliú, que foi o último dos quatro a falar, antes de Deus chegar e se pronunciar naquela discussão. E como as leituras de ontem e de hoje são um discurso só, quero retomar um trecho, que está em Jó 33:14-19, para contextualizar o que quero dizer aqui sobre a leitura de hoje. Assim, faríamos um fechamento sobre essa discussão do sofrimento de Jó.
“Pois a verdade é que Deus fala, ora de um modo, ora de outro, mesmo que o homem não o perceba. Em sonho ou em visão durante a noite, quando o sono profundo cai sobre os homens e eles dormem em suas camas, ele pode falar aos ouvidos deles e aterrorizá-los com advertências, para prevenir o homem das suas más ações e livrá-lo do orgulho, para preservar da cova a sua alma, e a sua vida da espada. Ou o homem pode ser castigado no leito de dor, com os seus ossos em constante agonia.”
Comentando sobre isso, veja o que encontrei no periódico “Jó, sofrimento e restauração”, 3º trimestre de 1980, pág. 75: “Eliú era um jovem insatisfeito tanto com os discursos de Jó como os de seus três amigos. Talvez a maior contribuição de Eliú ao debate é a nova ênfase à ideia de que o sofrimento pode ser disciplina, em vez de punição... O conceito de Eliú sobre o sofrimento considerando-o como disciplina não é novo na história de Jó. É a ênfase que ele dá ao conceito que é nova... [Jó] ...deixou que Eliú realçasse a ideia de que o sofrimento pode ser uma disciplina, antes que uma punição”.
Essa é a grande lição. O sofrimento que nos assola não é de todo mal. O lado bom é que ele nos disciplina.
Valdeci Júnior
Fátima Silva