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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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1
|Josué 4:1|
Et il arriva, quand toute la nation eut achevé de passer le Jourdain, que l'Éternel parla à Josué, disant:
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2
|Josué 4:2|
Prenez d'entre le peuple douze hommes, un homme de chaque tribu,
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3
|Josué 4:3|
et commandez-leur, disant: Enlevez d'ici, du milieu du Jourdain, de là où se sont tenus les pieds des sacrificateurs, douze pierres; et vous les transporterez avec vous, et vous les poserez dans le lieu où vous passerez cette nuit.
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4
|Josué 4:4|
Et Josué appela les douze hommes qu'il avait désignés d'entre les fils d'Israël, un homme de chaque tribu; et Josué leur dit:
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5
|Josué 4:5|
Passez devant l'arche de l'Éternel, votre Dieu, au milieu du Jourdain, et levez chacun de vous une pierre sur son épaule, selon le nombre des tribus des fils d'Israël,
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6
|Josué 4:6|
afin que cela soit un signe au milieu de vous. Lorsque dans l'avenir vos fils demanderont, disant: Que signifient pour vous ces pierres?
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7
|Josué 4:7|
alors vous leur direz que les eaux du Jourdain furent coupées devant l'arche de l'alliance de l'Éternel; lorsqu'elle passa dans le Jourdain, les eaux du Jourdain furent coupées. Et ces pierres serviront de mémorial aux fils d'Israël pour toujours.
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8
|Josué 4:8|
Et les fils d'Israël firent comme Josué avait commandé: ils enlevèrent douze pierres du milieu du Jourdain, comme l'Éternel l'avait dit à Josué, selon le nombre des tribus des fils d'Israël; et ils les transportèrent avec eux au lieu de leur campement, et les posèrent là.
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9
|Josué 4:9|
Et Josué dressa douze pierres au milieu du Jourdain, à la place où s'étaient tenus les pieds des sacrificateurs qui portaient l'arche de l'alliance; et elles sont là jusqu'à ce jour.
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10
|Josué 4:10|
Et les sacrificateurs qui portaient l'arche s'arrêtèrent au milieu du Jourdain, jusqu'à ce que tout ce que l'Éternel avait commandé à Josué de dire au peuple fût exécuté, selon tout ce que Moïse avait commandé à Josué; et le peuple se hâta et passa.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva