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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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1
|Josué 13:1|
Et Josué était vieux, avancé en âge, et l'Éternel lui dit: Tu es devenu vieux, tu avances en âge, et il reste un très-grand pays à posséder.
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2
|Josué 13:2|
C'est ici le pays qui reste: tous les districts des Philistins et tous les Gueshuriens,
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3
|Josué 13:3|
depuis le Shikhor qui est devant l'Égypte, jusqu'à la frontière d'Ékron, vers le nord; il est réputé appartenir aux Cananéens: cinq princes des Philistins, celui de Gaza, et celui d'Asdod, celui d'Askalon, celui de Gath, et celui d'Ékron, et les Avviens;
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4
|Josué 13:4|
au sud, tout le pays des Cananéens, et Méara, qui est aux Sidoniens, jusqu'à Aphek, jusqu'à la frontière de l'Amoréen;
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5
|Josué 13:5|
et le pays des Guibliens, et tout le Liban, vers le soleil levant, depuis Baal-Gad, au pied de la montagne de l'Hermon, jusqu'à l'entrée de Hamath;
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6
|Josué 13:6|
tous les habitants de la montagne, depuis le Liban jusqu'à Misrephoth-Maïm, tous les Sidoniens. Moi, je les déposséderai devant les fils d'Israël. Seulement, répartis par le sort ce pays en héritage à Israël, comme je te l'ai commandé.
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7
|Josué 13:7|
Et maintenant, distribue ce pays en héritage aux neuf tribus, et à la demi-tribu de Manassé.
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8
|Josué 13:8|
Avec l'autre moitié de Manassé, les Rubénites et les Gadites ont reçu leur héritage, que Moïse leur a donné au delà du Jourdain, vers le levant, selon ce que Moïse, serviteur de l'Éternel, leur a donné,
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9
|Josué 13:9|
depuis Aroër, qui est sur le bord du torrent de l'Arnon, et la ville qui est au milieu du torrent, et tout le plateau de Médeba, jusqu'à Dibon;
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10
|Josué 13:10|
et toutes les villes de Sihon, roi des Amoréens, qui régnait à Hesbon, jusqu'à la frontière des fils d'Ammon;
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva