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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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1
|Josué 6:1|
Et Jéricho était fermée, et avait barré ses portes devant les fils d'Israël; personne ne sortait, et personne n'entrait.
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2
|Josué 6:2|
Et l'Éternel dit à Josué: Vois, j'ai livré en ta main Jéricho, et son roi et ses hommes vaillants.
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3
|Josué 6:3|
Et vous ferez le tour de la ville, vous tous les hommes de guerre, en tournant autour de la ville une fois: tu feras ainsi pendant six jours.
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4
|Josué 6:4|
Et sept sacrificateurs porteront sept trompettes retentissantes devant l'arche; et le septième jour, vous ferez le tour de la ville sept fois, et les sacrificateurs sonneront des trompettes.
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5
|Josué 6:5|
Et il arrivera que, lorsqu'ils sonneront longuement de la corne retentissante, aussitôt que vous entendrez le son de la trompette, tout le peuple jettera un grand cri, et la muraille de la ville tombera sous elle-même, et le peuple montera, chacun devant soi.
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6
|Josué 6:6|
Et Josué, fils de Nun, appela les sacrificateurs, et leur dit: Portez l'arche de l'alliance, et que sept sacrificateurs portent sept trompettes retentissantes devant l'arche de l'Éternel.
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7
|Josué 6:7|
Et il dit au peuple: Passez, et faites le tour de la ville, et que les hommes armés passent devant l'arche de l'Éternel.
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8
|Josué 6:8|
Et il arriva, quand Josué eut parlé au peuple, que les sept sacrificateurs qui portaient les sept trompettes retentissantes devant l'Éternel passèrent et sonnèrent des trompettes; et l'arche de l'alliance de l'Éternel allait après eux.
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9
|Josué 6:9|
Et les hommes armés allaient devant les sacrificateurs qui sonnaient des trompettes, et l'arrière-garde marchait après l'arche; ils sonnaient des trompettes en marchant.
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10
|Josué 6:10|
Et Josué avait commandé au peuple, disant: Vous ne jetterez pas de cris, et vous ne ferez pas entendre votre voix, et il ne sortira pas de votre bouche un seul mot, jusqu'au jour où je vous dirai: Criez; alors vous crierez.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva