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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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15
|Josué 14:15|
Or le nom de Hébron était auparavant Kiriath-Arba; Arba était le grand homme parmi les Anakim. Et le pays se reposa de la guerre.
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1
|Josué 15:1|
Et le lot échu à la tribu des fils de Juda, selon leurs familles, fut jusqu'à la frontière d'Édom, le désert de Tsin, vers le midi, à l'extrémité sud.
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2
|Josué 15:2|
Et leur frontière méridionale était depuis le bout de la mer Salée, depuis la pointe qui regarde vers le midi;
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3
|Josué 15:3|
et elle sortait vers le midi de la montée d'Akrabbim, et passait vers Tsin, et montait au midi de Kadès-Barnéa, et passait à Hetsron, et montait vers Addar,
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4
|Josué 15:4|
et tournait vers Karkaa, et passait vers Atsmon, et sortait au torrent d'Égypte; et la frontière aboutissait à la mer. Telle sera votre frontière au midi.
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5
|Josué 15:5|
-Et la frontière orientale était la mer Salée jusqu'à l'extrémité du Jourdain. -Et la frontière, du côté du nord, était depuis la pointe de la mer qui est à l'extrémité du Jourdain;
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6
|Josué 15:6|
et la frontière montait vers Beth-Hogla, et passait vers le nord de Beth-Araba; et la frontière montait vers la pierre de Bohan, fils de Ruben;
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7
|Josué 15:7|
et la frontière montait vers Debir, depuis la vallée d'Acor, et tournait contre le nord vers Guilgal, qui est vis-à-vis de la montée d'Adummim, laquelle est au midi du torrent; et la frontière passait vers les eaux d'En-Shémesh, et aboutissait à En-Roguel;
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8
|Josué 15:8|
et la frontière montait la vallée de Ben-Hinnom, vers le côté méridional de Jébus, qui est Jérusalem; et la frontière montait au sommet de la montagne qui est en face de la vallée de Hinnom, à l'occident, qui est à l'extrémité de la vallée des Rephaïm, au nord;
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9
|Josué 15:9|
et la frontière fut tracée depuis le sommet de la montagne jusqu'à la source des eaux de Nephtoah, et elle sortait vers les villes de la montagne d'Éphron; et la frontière fut tracée par Baala, qui est Kiriath-Jéarim;
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Sugestões

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23 de outubro LAB 662
VOE MAIS ALTO!
Lucas 09-11
Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm
Valdeci Júnior
Fátima Silva