-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Darby -
-
1
|Provérbios 12:1|
Qui aime l'instruction aime la connaissance, et qui hait la répréhension est stupide.
-
2
|Provérbios 12:2|
L'homme de bien obtient la faveur de par l'Éternel, mais l'homme qui fait des machinations, il le condamne.
-
3
|Provérbios 12:3|
L'homme n'est point affermi par la méchanceté, mais la racine des justes n'est pas ébranlée.
-
4
|Provérbios 12:4|
Une femme vertueuse est la couronne de son mari, mais celle qui fait honte est comme de la pourriture dans ses os.
-
5
|Provérbios 12:5|
Les pensées des justes sont jugement, les desseins des méchants sont fraude.
-
6
|Provérbios 12:6|
Les paroles des méchants sont des embûches pour verser le sang, mais la bouche des hommes droits les délivrera.
-
7
|Provérbios 12:7|
Renversez les méchants, et ils ne sont plus; mais la maison des justes demeure.
-
8
|Provérbios 12:8|
Un homme est loué d'après sa prudence, mais le coeur perverti est en butte au mépris.
-
9
|Provérbios 12:9|
Mieux vaut celui qui est d'humble condition, et qui a un serviteur, que celui qui fait l'important et qui manque de pain.
-
10
|Provérbios 12:10|
Le juste regarde à la vie de sa bête, mais les entrailles des méchants sont cruelles.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva