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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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21
|Gálatas 1:21|
Derefter kom jeg til Syrias og Kilikias bygder.
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22
|Gálatas 1:22|
Jeg var av utseende ukjent for de kristne menigheter i Judea;
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23
|Gálatas 1:23|
de hadde bare hørt si: Han som før forfulgte oss, han forkynner nu den tro som han før vilde utrydde;
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24
|Gálatas 1:24|
og de priste Gud for mig.
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1
|Gálatas 2:1|
Fjorten år efter gikk jeg atter op til Jerusalem med Barnabas og tok også Titus med;
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2
|Gálatas 2:2|
men jeg gikk der op efter en åpenbaring. Og jeg forela dem, og særskilt dem som gjaldt mest, det evangelium som jeg forkynner iblandt hedningene, om jeg vel løp eller hadde løpet forgjeves.
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3
|Gálatas 2:3|
Men ikke engang Titus, som var med mig, han som var en greker, blev tvunget til å la sig omskjære -
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4
|Gálatas 2:4|
og det for de falske brødres skyld som hadde sneket sig inn og var kommet for å lure på vår frihet, den som vi har i Kristus Jesus, så de kunde gjøre oss til træler.
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5
|Gálatas 2:5|
For disse vek vi ikke et øieblikk i eftergivenhet, forat evangeliets sannhet kunde stå fast iblandt eder.
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6
|Gálatas 2:6|
Men de som gjaldt for å være noget - hvor store de var, er mig det samme; Gud gjør ikke forskjell på folk - de som gjaldt mest, påla mig intet videre,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva