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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Gálatas 2:7|
tvert imot: da de så at det var mig betrodd å forkynne evangeliet for de uomskårne, likesom Peter for de omskårne -
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|Gálatas 2:8|
for han som gav Peter kraft til apostel-tjeneste blandt de omskårne, han gav og mig kraft til det blandt hedningene -
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9
|Gálatas 2:9|
og da de fikk vite om den nåde som var mig gitt, da gav Jakob og Kefas og Johannes, de som gjaldt for å være støttene, mig og Barnabas samfunds-hånd, at vi skulde gå til hedningene, men de til de omskårne,
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|Gálatas 2:10|
bare at vi skulde komme de fattige i hu, og det har jeg nettop lagt vinn på å gjøre.
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|Gálatas 2:11|
Men da Kefas kom til Antiokia, sa jeg ham imot like op i øinene, fordi det var ført klagemål imot ham.
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|Gálatas 2:12|
For før det kom nogen fra Jakob, åt han sammen med hedningene; men da de kom, drog han sig tilbake og skilte sig ut, for han var redd for dem som var av omskjærelsen,
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|Gálatas 2:13|
og sammen med ham hyklet og de andre jøder, så at endog Barnabas blev revet med av deres hykleri.
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|Gálatas 2:14|
Men da jeg så at de ikke gikk rett frem efter evangeliets sannhet, sa jeg til Kefas så alle hørte på det: Når du som er jøde, lever som hedning og ikke som jøde, hvorledes kan du da tvinge hedningene til å leve som jøder?
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|Gálatas 2:15|
Vi er jøder av fødsel og ikke syndere av hedensk ætt;
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16
|Gálatas 2:16|
men da vi innså at et menneske ikke blir rettferdiggjort av lov-gjerninger, men ved tro på Kristus Jesus, så trodde også vi på Kristus Jesus, for å bli rettferdiggjort av tro på Kristus og ikke av lov-gjerninger, eftersom intet kjød blir rettferdiggjort av lov-gjerninger.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva