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Darby Version -
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11
|Gálatas 4:11|
I am afraid of you, lest indeed I have laboured in vain as to you.
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12
|Gálatas 4:12|
Be as *I* [am], for *I* also [am] as *ye*, brethren, I beseech you: ye have not at all wronged me.
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13
|Gálatas 4:13|
But ye know that in weakness of the flesh I announced the glad tidings to you at the first;
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14
|Gálatas 4:14|
and my temptation, which [was] in my flesh, ye did not slight nor reject with contempt; but ye received me as an angel of God, as Christ Jesus.
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15
|Gálatas 4:15|
What then [was] your blessedness? for I bear you witness that, if possible, plucking out your own eyes ye would have given [them] to me.
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16
|Gálatas 4:16|
So I have become your enemy in speaking the truth to you?
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17
|Gálatas 4:17|
They are not rightly zealous after you, but desire to shut you out [from us], that ye may be zealous after them.
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18
|Gálatas 4:18|
But [it is] right to be zealous at all times in what is right, and not only when I am present with you --
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19
|Gálatas 4:19|
my children, of whom I again travail in birth until Christ shall have been formed in you:
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20
|Gálatas 4:20|
and I should wish to be present with you now, and change my voice, for I am perplexed as to you.
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Sugestões

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16 de julho LAB 563
SILENCIOSAS PALAVRAS
Provérbios 25-27
Estamos aqui, mais uma vez, felizes, alegres e empolgados, “juntos”, por dentro da Bíblia: estamos ligados em algo que é comum para nós, em algo que nos leva a um só pensamento, que é justamente o livro no qual nós cremos, a Bíblia, a Palavra de Deus.
Os provérbios que devemos ler hoje são muito interessantes e, para variar, sábios. A palavra dita ao seu tempo, na nossa leitura, diz que é como maçãs de ouro em salvas de prata. Na tradução da Nova Versão Internacional está escrito que “a palavra proferida no tempo certo é como frutas de ouro incrustadas numa escultura, numa moldura, de prata.” Ou seja, palavra certa, na hora certa, não tem dinheiro que paga. E se a palavra é boa quando é dita no tempo certo, então, é óbvio que existe também o tempo do silêncio, tempo em que é melhor não existirem as palavras.
Ao fazermos silêncio, desenvolvemos a capacidade de ouvir. Essa capacidade é tão importante como a de falar.
Isso me lembra uma história do mundo grego antigo. Diz que uma vez, teve um rapaz que pediu para que Sócrates ensinasse a ele tudo o que pudesse sobre oratória. Esse jovem queria aprender a arte de falar bem em público, buscando a ajuda, nada mais nada menos, do filósofo que foi simplesmente um dos maiores pensadores da Grécia antiga. A ele, muito se deve hoje da filosofia ocidental. Esse rapaz que queria ser aluno de Sócrates falava demais. Então, Sócrates exigiu o dobro do preço normal pelas aulas.
O rapaz ficou indignado e perguntou ao mestre:
- Mas por que o senhor está me cobrando o dobro?
Então Sócrates respondeu:
- É porque terei que ensinar a você duas ciências: uma é a que você está me pedindo, que é sobre como falar em público; mas a outra terei que ensinar antes dessa, que é acerca de como refrear a língua. Isso parece fácil: dominar a língua - Sócrates continuou explicando - mas não é. Primeiro, você precisa ser versado em conseguir dominar a língua deixando-a em repouso quando necessário, caso contrário, sofrerá grandes e graves consequências. E o pior, conseguirá gerar muita perturbação.
Essas palavras de Sócrates têm validade até hoje. O livro de Tiago ensina isso no capítulo três. Nossas palavras podem constituir tanto uma fonte de força e encorajamento quanto de fraqueza e desalento; elas podem tanto edificar quanto dilacerar.
Diante disso, o que fazer? Permita que o poder da Palavra de Deus controle sua mente, porque ela é boa. Isso você pode fazer lendo a Bíblia. Ah! E leia em silêncio, ok? Rs rs rs.
Valdeci Júnior
Fátima Silva