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Darby Version -
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26
|Gálatas 5:26|
Let us not become vain-glorious, provoking one another, envying one another.
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1
|Gálatas 6:1|
Brethren, if even a man be taken in some fault, ye who are spiritual restore such a one in a spirit of meekness, considering thyself lest *thou* also be tempted.
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2
|Gálatas 6:2|
Bear one another's burdens, and thus fulfil the law of the Christ.
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3
|Gálatas 6:3|
For if any man reputes himself to be something, being nothing, he deceives himself;
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4
|Gálatas 6:4|
but let each prove his own work, and then he will have his boast in what belongs to himself alone, and not in what belongs to another.
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5
|Gálatas 6:5|
For each shall bear his own burden.
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6
|Gálatas 6:6|
Let him that is taught in the word communicate to him that teaches in all good things.
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7
|Gálatas 6:7|
Be not deceived: God is not mocked; for whatever a man shall sow, that also shall he reap.
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8
|Gálatas 6:8|
For he that sows to his own flesh, shall reap corruption from the flesh; but he that sows to the Spirit, from the Spirit shall reap eternal life:
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9
|Gálatas 6:9|
but let us not lose heart in doing good; for in due time, if we do not faint, we shall reap.
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Sugestões

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08 de outubro LAB 647
ESCOLINHA DE JESUS
Mateus 11-13
Um dos melhores livros que li no último ano da faculdade foi “A Pedagogia de Jesus”, de J.M. Price, - JUERP. Quando fui professor, precisei reler este livro. Anteriormente publicado sob o título “Jesus, o Mestre por Excelência”, esse livro é a resultante da vida de trabalho do professor Price: aulas de ensino religioso no Seminário do Sudoeste (EUA), palestras feitas para professores de escolas bíblicas denominacionais, reuniões de congressos e de convenções regionais de classes bíblicas e cursos intensivos. É claro que não trata-se de um livro que pretende ser uma apresentação exaustiva ou erudita de Jesus como mestre. O objetivo dele é extrair da vida e dos ensinos de Jesus aquelas verdades que possam dar aos professores melhor visão e maior estímulo em sua gloriosa tarefa de ensinar.
Penso que nosso estudo deve partir do sentimento de que os professores cristãos (e aqui incluo qualquer pessoa, que em qualquer nível e contexto, ensine algo da Bíblia a outro) são hoje efetivamente a maior força para o ensino e a prática do bem. Ensinar os conceitos bíblicos não é fácil. Os professores de Ensino Religioso sabem muito bem disso. Eles, que laboram sob dificuldades e desencorajamentos mui fortes, para o bendito labor em que estão empenhados, precisam muito - e muito - de inspiração e de maior preparo. Mas qualquer de qualquer cristão espera-se o testemunho. E no testemunho eficaz estão subtendidos o ensino e o aprendizado.
E então, como ser um “ensinador” cristão? Sendo alguém que ensina como Cristo. E como era o ensino de Jesus? Sem teorizações, abra sua Bíblia em Mateus 11-13 e veja, na prática, o que rola na sala de aulas do Grande Mestre. “Quando acabou de instruir...”. O texto já começa assim. Jesus gastou dois terços do seu tempo ministerial ensinando. Ele gostava disso, e, com isso, influenciava. Este deve ter sido o motivo que levou João Batista, o seu primo, e professor precursor, a fazer uma pergunta para Jesus. Ele queria aprender de Jesus. Isto não diz nada a você? Claro que sim, não é mesmo? Então, venha curtir os ensinos do Messias, comigo.
Ele lamenta pelas cidades que não se arrependem dos seus pecados, e diz o porquê. Ele deixa claro sobre como é que os cansados podem encontrar repouso. Ensina também sobre porquê devemos guardar o sábado. Instrui sobre o servo escolhido de Deus, depois, da acusação que fazem contra Ele, deixa mais instruções ainda, como por exemplo sobre o sinal de Jonas. Por fim, deixa claro sobre quem são sua mãe e irmãos e conta sete parábolas.
Quer aprender tudo isto? Você já sabe como.
Valdeci Júnior
Fátima Silva