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Darby Version -
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11
|Gálatas 1:11|
But I let you know, brethren, [as to] the glad tidings which were announced by me, that they are not according to man.
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12
|Gálatas 1:12|
For neither did I receive them from man, neither was I taught [them], but by revelation of Jesus Christ.
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13
|Gálatas 1:13|
For ye have heard [what was] my conversation formerly in Judaism, that I excessively persecuted the assembly of God, and ravaged it;
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14
|Gálatas 1:14|
and advanced in Judaism beyond many [my] contemporaries in my nation, being exceedingly zealous of the doctrines of my fathers.
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15
|Gálatas 1:15|
But when God, who set me apart [even] from my mother's womb, and called [me] by his grace,
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16
|Gálatas 1:16|
was pleased to reveal his Son in me, that I may announce him as glad tidings among the nations, immediately I took not counsel with flesh and blood,
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17
|Gálatas 1:17|
nor went I up to Jerusalem to those [who were] apostles before me; but I went to Arabia, and again returned to Damascus.
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18
|Gálatas 1:18|
Then after three years I went up to Jerusalem to make acquaintance with Peter, and I remained with him fifteen days;
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19
|Gálatas 1:19|
but I saw none other of the apostles, but James the brother of the Lord.
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20
|Gálatas 1:20|
Now what I write to you, behold, before God, I do not lie.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva