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Darby Version -
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7
|Gálatas 2:7|
but, on the contrary, seeing that the glad tidings of the uncircumcision were confided to me, even as to Peter that of the circumcision,
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8
|Gálatas 2:8|
(for he that wrought in Peter for [the] apostleship of the circumcision wrought also in me towards the Gentiles,)
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9
|Gálatas 2:9|
and recognising the grace given to me, James and Cephas and John, who were conspicuous as being pillars, gave to me and Barnabas [the] right hands of fellowship, that *we* [should go] to the nations, and *they* to the circumcision;
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10
|Gálatas 2:10|
only that we should remember the poor, which same thing also I was diligent to do.
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11
|Gálatas 2:11|
But when Peter came to Antioch, I withstood him to [the] face, because he was to be condemned:
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12
|Gálatas 2:12|
for before that certain came from James, he ate with [those of] the nations; but when they came, he drew back and separated himself, fearing those of [the] circumcision;
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13
|Gálatas 2:13|
and the rest of the Jews also played the same dissembling part with him; so that even Barnabas was carried away too by their dissimulation.
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14
|Gálatas 2:14|
But when I saw that they do not walk straightforwardly, according to the truth of the glad tidings, I said to Peter before all, If *thou*, being a Jew, livest as the nations and not as the Jews, how dost thou compel the nations to Judaize?
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15
|Gálatas 2:15|
We, Jews by nature, and not sinners of [the] nations,
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16
|Gálatas 2:16|
but knowing that a man is not justified on the principle of works of law [nor] but by the faith of Jesus Christ, *we* also have believed on Christ Jesus, that we might be justified on the principle of [the] faith of Christ; and not of works of law; because on the principle of works of law no flesh shall be justified.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva