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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|Gênesis 38:1|
And it came to pass at that time, that Judah went down from his brethren, and turned in to a man of Adullam whose name was Hirah.
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2
|Gênesis 38:2|
And Judah saw there the daughter of a Canaanitish man whose name was Shua; and he took her, and went in to her.
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3
|Gênesis 38:3|
And she conceived and bore a son; and he called his name Er.
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4
|Gênesis 38:4|
And she again conceived and bore a son, and she called his name Onan.
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5
|Gênesis 38:5|
And again she bore a son, and she called his name Shelah; and he was at Chezib when she bore him.
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6
|Gênesis 38:6|
And Judah took a wife for Er his firstborn, and her name was Tamar.
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7
|Gênesis 38:7|
And Er, Judah's firstborn, was wicked in the sight of Jehovah, and Jehovah slew him.
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8
|Gênesis 38:8|
Then Judah said to Onan, Go in to thy brother's wife, and fulfil to her the brother-in-law's duty, and raise up seed to thy brother.
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9
|Gênesis 38:9|
But when Onan knew that the seed should not be his own, it came to pass when he went in to his brother's wife, that he spilled [it] on the ground, in order to give no seed to his brother.
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10
|Gênesis 38:10|
And the thing which he did was evil in the sight of Jehovah, and he slew him also.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva