-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Darby Version -
-
1
|Gênesis 50:1|
And Joseph fell upon his father's face, and wept upon him, and kissed him.
-
2
|Gênesis 50:2|
And Joseph commanded his servants the physicians to embalm his father. And the physicians embalmed Israel.
-
3
|Gênesis 50:3|
And forty days were fulfilled for him; for so are fulfilled the days of those who are embalmed. And the Egyptians mourned for him seventy days.
-
4
|Gênesis 50:4|
And when the days of his mourning were past, Joseph spoke to the house of Pharaoh, saying, If now I have found favour in your eyes, speak, I pray you, in the ears of Pharaoh, saying,
-
5
|Gênesis 50:5|
My father made me swear, saying, Behold, I die; in my grave which I have dug myself in the land of Canaan, there shalt thou bury me. And now, let me go up, I pray thee, that I may bury my father; and I will come again.
-
6
|Gênesis 50:6|
And Pharaoh said, Go up and bury thy father, according as he made thee swear.
-
7
|Gênesis 50:7|
And Joseph went up to bury his father; and with him went up all the bondmen of Pharaoh, the elders of his house, and all the elders of the land of Egypt,
-
8
|Gênesis 50:8|
and all the house of Joseph, and his brethren, and his father's house; only their little ones, and their flocks, and their herds, they left in the land of Goshen.
-
9
|Gênesis 50:9|
And there went up with him both chariots and horsemen; and the camp was very great.
-
10
|Gênesis 50:10|
And they came to the threshing-floor of Atad, which is beyond the Jordan; and there they lamented with a great and very grievous lamentation; and he made a mourning for his father of seven days.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva