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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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11
|Josué 13:11|
and Gilead, and the border of the Geshurites and Maachathites, and all mount Hermon, and the whole of Bashan to Salcah;
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12
|Josué 13:12|
all the kingdom of Og in Bashan, who reigned at Ashtaroth and at Edrei, who remained of the residue of the giants; and Moses smote them and dispossessed them.
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13
|Josué 13:13|
But the children of Israel did not dispossess the Geshurites nor the Maachathites; but the Geshurites and the Maachathites dwell among the Israelites to this day.
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14
|Josué 13:14|
Only to the tribe of Levi he gave no inheritance: the offerings by fire of Jehovah the God of Israel are their inheritance, as he said to them.
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15
|Josué 13:15|
And Moses gave [a portion] to the tribe of the children of Reuben according to their families.
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16
|Josué 13:16|
And their territory was from Aroer, which is on the bank of the river Arnon, and the city that is in the midst of the ravine, and all the plateau by Medeba;
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17
|Josué 13:17|
Heshbon, and all her cities that are in the plateau, Dibon, and Bamoth-Baal, and Beth-Baal-meon,
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18
|Josué 13:18|
And Jahzah, and Kedemoth, and Mephaath,
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19
|Josué 13:19|
and Kirjathaim, and Sibmah, and Zereth-shahar in the mountain of the vale,
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20
|Josué 13:20|
and Beth-Peor, and the slopes of Pisgah, and Beth-jeshimoth;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva