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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|Josué 21:1|
Then the chief fathers of the Levites drew near to Eleazar the priest, and to Joshua the son of Nun, and to the chief fathers of the tribes of the children of Israel;
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2
|Josué 21:2|
and they spoke to them at Shiloh in the land of Canaan, saying, Jehovah commanded through Moses to give us cities to dwell in, and their suburbs for our cattle.
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3
|Josué 21:3|
And the children of Israel gave to the Levites out of their inheritance, according to the word of Jehovah, these cities and their suburbs.
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4
|Josué 21:4|
And the lot came forth for the families of the Kohathites. And the children of Aaron the priest, of the Levites, had by lot out of the tribe of Judah, and out of the tribe of the Simeonites, and out of the tribe of Benjamin, thirteen cities.
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5
|Josué 21:5|
And the children of Kohath that remained had by lot out of the families of the tribe of Ephraim, and out of the tribe of Dan, and out of the half tribe of Manasseh, ten cities.
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6
|Josué 21:6|
And the children of Gershon had by lot out of the families of the tribe of Issachar, and out of the tribe of Asher, and out of the tribe of Naphtali, and out of the half tribe of Manasseh in Bashan, thirteen cities.
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7
|Josué 21:7|
The children of Merari according to their families had by lot out of the tribe of Reuben, and out of the tribe of Gad, and out of the tribe of Zebulun, twelve cities.
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8
|Josué 21:8|
And the children of Israel gave by lot to the Levites these cities and their suburbs, as Jehovah commanded through Moses.
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9
|Josué 21:9|
And they gave out of the tribe of the children of Judah, and out of the tribe of the children of Simeon, these cities which were mentioned by name,
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10
|Josué 21:10|
and which the children of Aaron, of the families of the Kohathites, of the children of Levi had (for theirs was the first lot);
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva