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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|Josué 4:1|
And it came to pass when the whole nation had completely gone over the Jordan, that Jehovah spoke to Joshua, saying,
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2
|Josué 4:2|
Take you twelve men out of the people, one man out of every tribe,
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3
|Josué 4:3|
and command them, saying, Take up hence out of the midst of the Jordan, from the place where the priests' feet stood firm, twelve stones, and carry them over with you, and lay them down in the lodging-place where ye shall lodge this night.
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4
|Josué 4:4|
And Joshua called the twelve men, whom he had appointed of the children of Israel, a man out of every tribe;
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5
|Josué 4:5|
and Joshua said to them, Pass before the ark of Jehovah your God into the midst of the Jordan, and lift up each of you a stone [and put it] upon his shoulder, according to the number of the tribes of the children of Israel,
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6
|Josué 4:6|
that this may be a sign in your midst. When your children ask hereafter, saying, What mean ye by these stones?
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7
|Josué 4:7|
then ye shall say to them, That the waters of the Jordan were cut off before the ark of the covenant of Jehovah; when it went through the Jordan, the waters of the Jordan were cut off. And these stones shall be for a memorial unto the children of Israel for ever.
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8
|Josué 4:8|
And the children of Israel did so, as Joshua had commanded, and took up twelve stones out of the midst of the Jordan, as Jehovah had spoken to Joshua, according to the number of the tribes of the children of Israel; and they carried them over with them to the lodging-place, and laid them down there.
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9
|Josué 4:9|
And twelve stones did Joshua set up in the midst of the Jordan, in the place where the feet of the priests who bore the ark of the covenant had stood firm; and they are there to this day.
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10
|Josué 4:10|
And the priests who bore the ark stood in the midst of the Jordan, until everything was finished that Jehovah had commanded Joshua to speak unto the people, according to all that Moses had commanded Joshua. And the people hasted and passed over.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva