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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|Josué 16:1|
And the lot came forth for the children of Joseph from the Jordan of Jericho as far as the waters of Jericho eastwards, to the wilderness which goes up from Jericho to the hill-country of Bethel.
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2
|Josué 16:2|
And [the border] went from Bethel to Luz, and passed to the border of the Archites to Ataroth,
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3
|Josué 16:3|
and went down westward to the border of the Japhletites, as far as the border of the lower Beth-horon, and to Gezer; and ended at the sea.
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4
|Josué 16:4|
And the children of Joseph, Manasseh and Ephraim, took their inheritance.
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5
|Josué 16:5|
And the border of the children of Ephraim was according to their families; the border of their inheritance eastwards was Ataroth-Addar as far as the upper Beth-horon;
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6
|Josué 16:6|
and the border went forth westwards to Micmethath on the north; and the border turned eastwards to Taanath-Shiloh, and passed by it eastwards to Janohah,
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7
|Josué 16:7|
and went down from Janohah to Ataroth and Naarath, and touched upon Jericho, and went out to the Jordan.
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8
|Josué 16:8|
From Tappuah the border went westwards to the torrent Kanah, and ended at the sea. This is the inheritance of the tribe of the children of Ephraim according to their families,
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9
|Josué 16:9|
with the cities that were set apart for the children of Ephraim in the midst of the inheritance of the children of Manasseh, all the cities and their hamlets.
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10
|Josué 16:10|
But they did not dispossess the Canaanites that dwelt at Gezer; and the Canaanites dwell in the midst of Ephraim to this day, and serve under tribute.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva