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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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15
|Josué 11:15|
As Jehovah had commanded Moses his servant, so did Moses command Joshua, and so did Joshua: he let nothing fail of all that Jehovah had commanded Moses.
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16
|Josué 11:16|
And Joshua took all that land, the mountain and all the south, and all the land of Goshen, and the lowland, and the plain, and the mountain of Israel, and its lowland;
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17
|Josué 11:17|
from the smooth mountain, which rises toward Seir, as far as Baal-Gad in the valley of Lebanon, at the foot of mount Hermon; and he took all their kings, and smote them, and put them to death.
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18
|Josué 11:18|
Joshua made war a long time with all those kings.
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19
|Josué 11:19|
There was not a city that made peace with the children of Israel, save the Hivites who dwelt at Gibeon; they took all in battle.
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20
|Josué 11:20|
For it was of Jehovah that their heart was hardened, to meet Israel in battle, that they might be utterly destroyed, and that there might be no favour shewn to them, but that they might be destroyed, as Jehovah had commanded Moses.
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21
|Josué 11:21|
And Joshua came at that time and cut off the Anakim from the mountains, from Hebron, from Debir, from Anab, and from all the mountain of Judah, and from all the mountain of Israel: Joshua destroyed them utterly, with their cities.
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22
|Josué 11:22|
There were none of the Anakim left in the land of the children of Israel; only at Gazah, at Gath, and at Ashdod there remained.
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23
|Josué 11:23|
And Joshua took the whole land, according to all that Jehovah had said to Moses; and Joshua gave it for an inheritance to Israel according to their divisions, by their tribes. And the land rested from war.
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1
|Josué 12:1|
And these are the kings of the land, whom the children of Israel smote, and of whose land they took possession across the Jordan, toward the sun-rising, from the river Arnon to mount Hermon, and all the plain on the east:
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Sugestões

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13 de janeiro LAB 379
TODO SONHO VEM DE DEUS?
Gênesis 40-42
Alberto Ronald Timm, Ph.D, em seu artigo na Revista “Sinais dos Tempos” de julho de 1999, nos explica que determinar a natureza específica de cada sonho de uma pessoa é um assunto muito complexo e subjetivo. Além dos “sonhos mentirosos” e não autênticos (Jeremias 23:32; 29:8 e 9), existem dois grandes grupos de sonhos reais. O primeiro e mais comum deles é o formado pelos sonhos naturais, que fazem parte do processo normal de descanso durante o sono e cujo conteúdo pode apresentar-se de forma organizada ou desorganizada. Uma vez que “das muitas ocupações brotam sonhos” (Eclesiastes 5:3), é provável que pessoas envolvidas em assuntos religiosos acabem sonhando com eles, sem que tais sonhos sejam de origem sobrenatural.
Já o segundo grupo básico de sonhos é formado pelos sonhos sobrenaturais, que podem ser de origem divina ou satânica. Os sonhos de origem divina têm, normalmente, um propósito salvífico bem definido e podem ser concedidos tanto aos profetas verdadeiros (Números 12:6) quanto a pessoas comuns (Joel 2:28; Gênesis 451; Daniel 2). Os de origem satânica são quase sempre fascinantes e podem conter meias-verdades para confundir. Suas predições podem até se cumprir, mas eles tendem a afastar a pessoa de Deus e de Sua vontade (Jeremias 29:8; Mateus 24:24; 1Pedro 5:8).
Tanto os sonhos naturais como os sobrenaturais podem ter um conteúdo religioso. O simples fato de Deus conceder um sonho sobrenatural a alguém não transforma essa pessoa automaticamente num profeta (Gênesis 41; Daniel 2). O chamado para o ministério profético é algo diferente e bem mais abrangente. A atitude de atribuir a Deus a origem de todos os sonhos de cunho religioso e de buscar sempre um significado especial para o seu conteúdo é perigosa.
Somos advertidos por Deus de que os sonhos devem permanecer subordinados às Escrituras. “O profeta que tem um sonho, conte o sonho, e o que tem a minha palavra, fale a minha palavra com fidelidade. Pois o que tem a palha a ver com o trigo?, pergunta o SENHOR. À lei e aos mandamentos! Se eles não falarem conforme esta palavra, vocês jamais verão a luz!” (Jeremias 23:28; Isaías 8:20; Mateus 7:21-23; Gálatas 1:8-9, 1João 2:4; 4:1).
Sonhos jamais são usados por Deus como um fim em si mesmos, mas apenas como um meio de nos aproximar mais dEle e de Sua Palavra (ver João 20:29). Nossa fé não deve ser dependente de tais meios, possíveis de serem usados também por Satanás. Se você tiver um sonho que julga ser divino, mas não tem certeza, antes de ter completo esclarecimento, tente apenas extrair dele uma lição positiva para a vida.
Valdeci Júnior
Fátima Silva