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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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15
|Josué 11:15|
As Jehovah had commanded Moses his servant, so did Moses command Joshua, and so did Joshua: he let nothing fail of all that Jehovah had commanded Moses.
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16
|Josué 11:16|
And Joshua took all that land, the mountain and all the south, and all the land of Goshen, and the lowland, and the plain, and the mountain of Israel, and its lowland;
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17
|Josué 11:17|
from the smooth mountain, which rises toward Seir, as far as Baal-Gad in the valley of Lebanon, at the foot of mount Hermon; and he took all their kings, and smote them, and put them to death.
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18
|Josué 11:18|
Joshua made war a long time with all those kings.
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19
|Josué 11:19|
There was not a city that made peace with the children of Israel, save the Hivites who dwelt at Gibeon; they took all in battle.
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20
|Josué 11:20|
For it was of Jehovah that their heart was hardened, to meet Israel in battle, that they might be utterly destroyed, and that there might be no favour shewn to them, but that they might be destroyed, as Jehovah had commanded Moses.
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21
|Josué 11:21|
And Joshua came at that time and cut off the Anakim from the mountains, from Hebron, from Debir, from Anab, and from all the mountain of Judah, and from all the mountain of Israel: Joshua destroyed them utterly, with their cities.
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22
|Josué 11:22|
There were none of the Anakim left in the land of the children of Israel; only at Gazah, at Gath, and at Ashdod there remained.
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23
|Josué 11:23|
And Joshua took the whole land, according to all that Jehovah had said to Moses; and Joshua gave it for an inheritance to Israel according to their divisions, by their tribes. And the land rested from war.
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1
|Josué 12:1|
And these are the kings of the land, whom the children of Israel smote, and of whose land they took possession across the Jordan, toward the sun-rising, from the river Arnon to mount Hermon, and all the plain on the east:
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva