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Darby Version -
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1
|Miquéias 3:1|
And I said, Hear, I pray you, ye heads of Jacob, and princes of the house of Israel: Is it not for you to know judgment?
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2
|Miquéias 3:2|
Ye who hate the good, and love evil; who pluck off their skin from them, and their flesh from off their bones;
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3
|Miquéias 3:3|
and who eat the flesh of my people, and flay their skin from off them, and break their bones, and chop them in pieces as for the pot, and as flesh within the cauldron.
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4
|Miquéias 3:4|
Then shall they cry unto Jehovah, but he will not answer them; and he will hide his face from them at that time, according as they have wrought evil in their doings.
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5
|Miquéias 3:5|
Thus saith Jehovah concerning the prophets that cause my people to err, that bite with their teeth, and cry, Peace! but whoso putteth not into their mouths they prepare war against him:
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6
|Miquéias 3:6|
therefore ye shall have night without a vision; and it shall be dark unto you, without divination; and the sun shall go down upon the prophets, and the day shall be black over them.
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7
|Miquéias 3:7|
And the seers shall be ashamed, and the diviners confounded; and they shall all cover their lips, for there will be no answer of God.
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8
|Miquéias 3:8|
But truly I am filled with power by the Spirit of Jehovah, and with judgment and with might, to declare unto Jacob his transgression, and to Israel his sin.
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9
|Miquéias 3:9|
Hear this, I pray you, ye heads of the house of Jacob, and princes of the house of Israel, that abhor judgment, and pervert all equity,
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10
|Miquéias 3:10|
that build up Zion with blood, and Jerusalem with unrighteousness.
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Sugestões

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03 de setembro LAB 612
APROVEITE A DISCIPLINA POR AMOR
Ezequiel 21-23
O que significa a expressão “o cetro de meu filho”, de Ezequiel 21:10?
Pra entender essa figura, você precisa tentar entender todo o trecho de texto. Ezequiel 21:8-17 trata da Espada Afiada e Polida.
Na sequência dos capítulos anteriores, o terror da destruição próxima de Jerusalém é descrito neste oráculo aqui, em termos ainda assustadores. A espada não só estava desembainhada, mas está afiada e polida para o dia da matança (v.10). Não era ocasião nem para regozijo, nem para zombaria. Por ocasião do sítio de Jerusalém por Senaqueribe nos dias do rei Ezequias, houve aqueles que, com o maior cinismo, estavam se preparando para o desastre que ameaçava engolfar a cidade dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Isaías 22:13). Aparentemente, a história iria repetir-se ao Jerusalém ser sitiada pelos exércitos de Nabucodonosor. Esta diferença cínica em face de um perigo mortal reproduziu-se por ocasião do banquete que Belsazar ofereceu a seus grandes à véspera da tomada de Babilônia pelas tropas de Ciro (Daniel 5).
A frase final do v.10, que, a princípio, oferece umas certas dificuldades para ser entendida, poderia ser traduzida assim: “O cetro [na NVI, vareta] de meu filho despreza qualquer [outro] pau”. O termo hebraico “shebet” significa não somente “cetro”, mas também “tribo”. Nas bênçãos que Jacó proferiu em seu leito de morte somente de Judá diz ele beni, “filho meu” (Gênesis 49:9). Levando em consideração estes dois fatos, a frase “a tribo de meu filho” seria uma referência à tribo de Judá. O sentido de toda a frase seria então: “Judá despreza qualquer pau”. “Pau” teria neste contexto o sentido de “castigo”. Como Judá tinha desprezado os castigos mais leves do passado representados pelo “pau”, teria agora que sofrer o castigo da espada afiada e polida.
Através do “matador” do v.11, que é o NABUCODONOSOR, ou melhor, o exército que ele comandava, iria acontecer uma guerra contra todo o povo de Judá, e mesmo os príncipes não escapariam (v.12). O castigo seria feio. Judá, que tinha desprezado os castigos anteriores expressados pela vara, não sobreviveria ao castigo da espada (versos 13 e 10). A carnificina que ocorreria por ocasião do sítio e conquista de Jerusalém é descrita em termos horripilantes nos vv.14-17. E isso tudo realmente aconteceu. Infelizmente.
Lição de aplicação para a nossa vida: quando Deus nos permitir uma leve conseqüência ruim, em vez de desprezarmos a repreensão ou, em vez de até mesmo reclamar com Deus, o melhor é procurar aprender a lição enquanto a disciplina é leve. Caso contrário, a repreensão posterior pode ser insuportável. Concluindo tudo, o conselho é: aproveite a disciplina por amor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva