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Darby Version -
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1
|Miquéias 4:1|
But it shall come to pass in the end of days [that] the mountain of Jehovah's house shall be established on the top of the mountains, and shall be lifted up above the hills; and the peoples shall flow unto it.
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2
|Miquéias 4:2|
And many nations shall go and say, Come, and let us go up to the mountain of Jehovah, and to the house of the God of Jacob; and he will teach us of his ways, and we will walk in his paths. For out of Zion shall go forth the law, and Jehovah's word from Jerusalem.
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3
|Miquéias 4:3|
And he shall judge among many peoples, and reprove strong nations, even afar off; and they shall forge their swords into ploughshares, and their spears into pruning-knives: nation shall not lift up sword against nation, neither shall they learn war any more.
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4
|Miquéias 4:4|
And they shall sit every one under his vine, and under his fig-tree; and there shall be none to make [them] afraid: for the mouth of Jehovah of hosts hath spoken [it].
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5
|Miquéias 4:5|
For all the peoples will walk every one in the name of his god; but we will walk in the name of Jehovah, our God for ever and ever.
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6
|Miquéias 4:6|
In that day, saith Jehovah, will I assemble her that halteth, and I will gather her that is driven out, and her that I have afflicted;
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7
|Miquéias 4:7|
and I will make her that halted a remnant, and her that was cast far off a strong nation; and Jehovah shall reign over them in mount Zion, from henceforth even for ever.
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8
|Miquéias 4:8|
And thou, O tower of the flock, hill of the daughter of Zion, unto thee shall it come, yea, the first dominion shall come, -- the kingdom to the daughter of Jerusalem.
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9
|Miquéias 4:9|
Now why dost thou cry out aloud? Is there no king in thee? is thy counsellor perished, that pangs have seized thee as a woman in travail?
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10
|Miquéias 4:10|
Be in pain, and labour to bring forth, O daughter of Zion, like a woman in travail; for now shalt thou go forth out of the city, and thou shalt dwell in the field, and thou shalt go even to Babylon: there shalt thou be delivered; there Jehovah will redeem thee from the hand of thine enemies.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva