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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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1
|Apocalipse 18:1|
Post tio mi vidis alian angxelon, malsuprenirantan el la cxielo, havantan grandan auxtoritaton; kaj la tero lumigxis per lia gloro.
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2
|Apocalipse 18:2|
Kaj li forte kriis per granda vocxo, dirante:Falis, falis Babel la granda, kaj farigxis logxejo de demonoj, kaj malliberejo de cxia malpura spirito, kaj malliberejo de cxia malpura kaj malaminda birdo.
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3
|Apocalipse 18:3|
CXar per la vino de la kolero de sxia malcxasteco falis cxiuj nacioj; kaj la regxoj de la tero malcxastis kun sxi, kaj la komercistoj de la tero ricxigxis per la potenco de sxia lukso.
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4
|Apocalipse 18:4|
Kaj mi auxdis alian vocxon el la cxielo, dirantan:Elvenu el sxi, ho Mia popolo, por ke vi ne partoprenu en sxiaj pekoj, kaj por ke vi ne ricevu el sxiaj plagoj;
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5
|Apocalipse 18:5|
cxar sxiaj pekoj amasigxis gxis la cxielo, kaj Dio memoris sxiajn maljustajxojn.
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6
|Apocalipse 18:6|
Redonu al sxi, gxuste kiel sxi donis, kaj duobligu duoble laux sxiaj faroj; en la pokalo, kiun sxi miksis, miksu al sxi duoblon.
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7
|Apocalipse 18:7|
Kiom sxi gloris sin kaj voluptis, tiom donu al sxi da turmento kaj funebro; cxar sxi diras en sia koro:Mi sidas regxino, kaj mi ne estas vidvino, kaj mi tute ne vidos funebron.
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8
|Apocalipse 18:8|
Tial en unu tago venos sxiaj plagoj, morto kaj funebro kaj malsatego; kaj sxi forbrulos per fajro; cxar forta estas Dio, la Sinjoro, kiu sxin jugxas.
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9
|Apocalipse 18:9|
Kaj la regxoj de la tero, kiuj malcxastis kun sxi kaj voluptis, ploros kaj gxemos pri sxi, kiam ili rigardos la fumon de sxia brulado,
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10
|Apocalipse 18:10|
starante malproksime pro timo de sxia turmento, dirante:Ve! ve, la granda urbo, Babel, la forta urbo! cxar en unu horo venis via jugxo.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva