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Esperanto -
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|Esdras 2:1|
Jen estas la logxantoj de la lando, kiuj iris el la forkaptitoj, kiujn forkondukis en Babelon Nebukadnecar, regxo de Babel, kaj kiuj revenis en Jerusalemon kaj en Judujon, cxiu en sian urbon,
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|Esdras 2:2|
kiuj venis kun Zerubabel, Jesxua, Nehxemja, Seraja, Reelaja, Mordehxaj, Bilsxan, Mispar, Bigvaj, Rehxum, Baana. La nombro de la viroj de la popolo Izraela estis:
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|Esdras 2:3|
de la idoj de Parosx, du mil cent sepdek du,
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|Esdras 2:4|
de la idoj de SXefatja, tricent sepdek du,
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5
|Esdras 2:5|
de la idoj de Arahx, sepcent sepdek kvin,
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6
|Esdras 2:6|
de la idoj de Pahxat-Moab, el la idoj de Jesxua kaj Joab, du mil okcent dek du,
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7
|Esdras 2:7|
de la idoj de Elam, mil ducent kvindek kvar,
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|Esdras 2:8|
de la idoj de Zatu, nauxcent kvardek kvin,
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9
|Esdras 2:9|
de la idoj de Zakaj, sepcent sesdek,
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10
|Esdras 2:10|
de la idoj de Bani, sescent kvardek du,
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Sugestões

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15 de agosto LAB 593
CRESCIMENTO E AMADURECIMENTO
Jeremias 17-19
Na faculdade, vi uma planta crescer de maneira muito rápida e surpreendente. Dentre os vários bebedouros d’água espalhados pelo campus do centro universitário, havia um que ficava bem junto à portaria. Ele era diferente dos demais por ter o jato d’água muito forte. Até hoje, ele é assim. Se você aperta o botãozinho e não põe a boca para beber a água, ele joga um jato d’água a uns três metros de distância. Naquela época, no pedacinho de gramado que havia ao redor daquele bebedouro, a equipe de paisagismo plantou ali três mudinhas de coqueiro. Não sei o nome do coqueiro, mas é aquele tipo de palmeira ornamental. E nós alunos gostávamos de brincar de apertar o botão do bebedouro jogando a água sem bebê-la, só para ver a água cair bem em cima de um desses coqueiros. E o tempo foi passando, começou a notar-se que aquela mudinha de coqueiro que ficou vítima do jato d’água do bebedouro, por ter sido plantada bem ali, começou a ficar diferente das outras! Sério! Ela parecia mais viçosa. Então brincávamos: “Vejam! Estou colaborando com a jardinagem, apertando esse bebedouro aqui...” No inverno, eu chegava a ficar com dó daquela plantinha, em ver tanta água tão fria a abater-se sobre ela, o tempo todo. Os anos se passaram. Muitas e muitas pessoas, ao tomar a água daquele bebedouro, terminam deixando-a espirrar naquele coqueiro, e o resultado é que quando eu volto lá hoje, vejo três grandes palmeiras, mas com um detalhe: uma delas é muito, muito, muito maior do que as outras. Seu tronco é muito mais forte, e de uma espessura muito superior. Ela pode oferecer uma sombra muito maior. Hoje, quando o jato d’água vem do bebedouro, não cai mais por cima da planta. Ele bate ao pé do grande e maior de todos os coqueiros.
Sabe o que isso significa?
Significa o que você vai ler na leitura de hoje, em Jeremias 17. O homem que se afasta do Senhor é como um arbusto no deserto, longe d’água. Ele seca e morre. Mas a pessoa cuja confiança está no Senhor é como uma árvore plantada junto às águas. A palmeira do bebedouro! Cresce, floresce, fica linda, deixa as pessoas felizes, sorri para a vida e tem muito a oferecer.
Que tipo de pessoa você quer ser?
A vida do coqueiro da nossa história não era um mar-de-rosas. Ele vivia molhado, com água gelada. Mas compensou. Se você quiser ser recompensado também, precisa deixar que o oleiro, de Jeremias 18-19, quebre-o, molhe-o, corte-o, amasse-o, remodele-o, asse-o e, enfim, apresente-o como obra-prima das mãos de um Deus perfeito.
Valdeci Júnior
Fátima Silva