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Esperanto -
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|Miquéias 6:1|
Auxskultu, kion diras la Eternulo:Levigxu, havu jugxan disputon kun la montoj, kaj la montetoj auxdu vian vocxon.
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|Miquéias 6:2|
Auxskultu, ho montoj, la jugxan disputon de la Eternulo, kaj ankaux vi, ho potencaj fundamentoj de la tero; cxar la Eternulo havas jugxan disputon kun Sia popolo, kaj al Izrael Li volas doni moralinstruon.
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|Miquéias 6:3|
Ho Mia popolo! kion Mi faris al vi, kaj per kio Mi faris al vi maljustajxon? respondu al Mi.
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|Miquéias 6:4|
Mi elkondukis ja vin el la lando Egipta, kaj el la domo de sklaveco Mi vin elacxetis, kaj Mi sendis antaux vin Moseon, Aaronon, kaj Mirjamon.
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|Miquéias 6:5|
Ho Mia popolo! rememoru, kion intencis Balak, regxo de Moab, kaj kion respondis al li Bileam, filo de Beor; de SXitim gxis Gilgal, por ke vi sciu la bonfarojn de la Eternulo.
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|Miquéias 6:6|
Kun kio mi povas starigxi antaux la Eternulo, klinigxi antaux Dio en la alto? cxu mi starigxu antaux Li kun bruloferoj, kun jaragxaj bovidoj?
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|Miquéias 6:7|
CXu al la Eternulo faros plezuron miloj da sxafoj aux sennombraj torentoj da oleo? cxu mi donu mian unuenaskiton pro mia krimo, la frukton de mia ventro pro la peko de mia animo?
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|Miquéias 6:8|
Estas dirite al vi, ho homo, kio estas bona kaj kion la Eternulo postulas de vi:nur agi juste, ami bonfarojn, kaj esti modesta antaux via Dio.
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|Miquéias 6:9|
La vocxo de la Eternulo vokas al la urbo, kaj sagxuloj timas Vian nomon. Humiligxu antaux la puno, kaj antaux Tiu, kiu gxin destinis.
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|Miquéias 6:10|
Ankoraux restas en la domo de malpiulo trezoroj de malpieco, kaj malbeninda malgxusta mezurilo.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva