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Esperanto -
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|Miquéias 6:12|
CXar la ricxuloj de la urbo estas plenaj de rabemo, kaj gxiaj logxantoj parolas mensogon, kaj la lingvo de ilia busxo estas falsajxo,
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|Miquéias 6:13|
tial Mi dolorige vin frapos per dezertigo pro viaj pekoj.
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|Miquéias 6:14|
Vi mangxos, sed ne farigxos sata; doloron pro malsato vi havos en via interno; vi kasxos, sed ne povos konservi; kaj kion vi konservos, tion Mi transdonos al la glavo.
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|Miquéias 6:15|
Vi semos, sed vi ne rikoltos; vi premos olivojn, sed vi ne sxmiros vin per oleo; vi premos vinberojn, sed vi ne trinkos vinon.
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|Miquéias 6:16|
Konservigxis cxe vi la moroj de Omri kaj cxiuj faroj de la domo de Ahxab, kaj vi sekvas iliajn konsilojn, por ke Mi faru vin dezerto, viajn logxantojn mokatajxo, kaj por ke vi portu sur vi la malhonoron de Mia popolo.
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|Miquéias 7:1|
Ho ve al mi! cxar mi farigxis kiel kolektanto de someraj fruktoj kaj de restajxo de vinberoj, kiu ne trovas beron mangxeblan; bonan maturan frukton deziras mia animo.
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2
|Miquéias 7:2|
Malaperis piuloj en la lando, kaj ne trovigxas justulo inter la homoj; cxiuj insidas, por versxi sangon, unu la alian cxasas, por pereigi lin.
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3
|Miquéias 7:3|
Por pravigi malbonan faron, la estro postulas donacon kaj la jugxisto pagon; la altrangulo parolas, kion li volas, kaj konfuzas la aferojn.
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4
|Miquéias 7:4|
La plej bona inter ili estas kiel dornarbetajxo, la justulo estas kiel pikajxa barilo. Sed venos la tago de Via esploro, de Via puno; tiam ili ne scios, kion fari.
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|Miquéias 7:5|
Ne kredu al proksimulo, ne fidu amikon; kontraux tiu, kiu kusxas cxe via brusto, gardu la aperturon de via busxo;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva