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Esperanto -
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1
|Rute 3:1|
Naomi, sxia bopatrino, diris al sxi:Mia bofilino, mia celo estas, ke mi trovu por vi ripozejon, kie plibonigxos via stato.
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2
|Rute 3:2|
Vidu nun, nia parenco Boaz, kun kies junulinoj vi kunigxis, ventumas hordeon dum cxi tiu nokto en la drasxejo;
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3
|Rute 3:3|
lavu do vin kaj oleu vin kaj vestu vin per viaj plej bonaj vestoj, kaj iru en la drasxejon; ne vidigu vin al la viro, antaux ol li finos mangxi kaj trinki;
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4
|Rute 3:4|
kaj kiam li kusxigxos, rimarku la lokon, kie li kusxas, iru tien, malkovru la piedparton de la kusxejo, kaj kusxigxu; kaj li diros al vi, kion vi devos fari.
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5
|Rute 3:5|
Rut respondis al sxi:Kion vi diras al mi, tion mi faros.
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6
|Rute 3:6|
Kaj sxi iris en la drasxejon, kaj faris tion, kion sxia bopatrino ordonis al sxi.
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7
|Rute 3:7|
Kiam Boaz estis mangxinta kaj trinkinta kaj gajigxis, li iris por kusxigxi malantaux grenamaso; kaj sxi venis kviete, kaj malkovris la piedparton de la kusxejo, kaj kusxigxis.
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8
|Rute 3:8|
En la noktomezo la viro ektimigxis; li turnis sin, kaj li ekvidis, ke virino kusxas cxe liaj piedoj.
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9
|Rute 3:9|
Li demandis:Kiu vi estas? Kaj sxi respondis:Mi estas Rut, via servistino; etendu vian mantelon sur vian servistinon, cxar vi estas savanto.
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10
|Rute 3:10|
Kaj li diris:Estu benata de la Eternulo, mia filino; via lasta piajxo estas pli granda, ol la unua, cxar vi ne volas iri kun la junuloj, cxu ili estas malricxaj, cxu ricxaj.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva