-
-
Esperanto -
-
1
|Rute 4:1|
Boaz iris al la pordego de la urbo kaj sidigxis tie. Kaj jen preterpasas la parenco, pri kiu Boaz parolis. Kaj li diris:Alproksimigxu kaj sidigxu cxi tie, vi, tia-tia. Tiu alproksimigxis kaj sidigxis.
-
2
|Rute 4:2|
Kaj Boaz prenis dek virojn el la plejagxuloj de la urbo, kaj diris:Sidigxu cxi tie. Kaj ili sidigxis.
-
3
|Rute 4:3|
Kaj li diris al la parenco:Tiun parcelon de la kampo, kiu apartenis al nia frato Elimelehx, vendas Naomi, kiu revenis el la lando de Moab;
-
4
|Rute 4:4|
kaj mi decidis sciigi vin, dirante:Acxetu en la cxeesto de la logxantoj kaj en la cxeesto de la plejagxuloj de mia popolo. Se vi volas elacxeti, acxetu nun; sed se vi ne volas elacxeti, diru al mi, por ke mi sciu; cxar ne ekzistas iu alia por acxeti, krom vi, kaj mi estas via postproksimulo. Tiu diris:Mi volas elacxeti.
-
5
|Rute 4:5|
Tiam Boaz diris:Samtempe, kiam vi acxetos la kampon el la mano de Naomi kaj de Rut, la Moabidino, edzino de la mortinto, vi ankaux prenos sur vin la devon restarigi la nomon de la mortinto al lia heredajxo.
-
6
|Rute 4:6|
Kaj la parenco diris:Mi ne povas elacxeti al mi, por ke mi ne pereigu mian propran heredajxon; elacxetu al vi mian acxetotajxon, cxar vere mi ne povas elacxeti.
-
7
|Rute 4:7|
Sed de la antikva tempo ekzistis kutimo en Izrael, pri elacxetado kaj sxangxado, por firmigi cxion:oni detiras sian sxuon kaj donas gxin al sia proksimulo; kaj tio estas la atesto en Izrael.
-
8
|Rute 4:8|
La parenco diris al Boaz:Elacxetu al vi; kaj li detiris sian sxuon.
-
9
|Rute 4:9|
Kaj Boaz diris al la plejagxuloj kaj al la popolamaso:Hodiaux vi estas atestantoj, ke mi acxetis el la mano de Naomi cxion, kio apartenis al Elimelehx kaj al Kiljon kaj Mahxlon;
-
10
|Rute 4:10|
kaj ankaux Ruton, la Moabidinon, la edzinon de Mahxlon, mi akiris al mi kiel edzinon, por restarigi la nomon de la mortinto al lia heredajxo, por ke la nomo de la mortinto ne estingigxu inter liaj fratoj kaj cxe la pordego de lia loko; vi estas atestantoj hodiaux.
-
-
Sugestões

Clique para ler Jó 35-37
13 de junho LAB 530
O SOFRIMENTO PODE SER UMA DISCIPLINA
JÓ 35-37
Você está lendo direitinho o livro de Jó? Tem sido perseverante em ler os discursos dos quatro amigos e, principalmente ontem e hoje, o discurso do “amigo” Eliú? Porque se não formos perseverantes para, pelo menos, ler a história, é uma vergonha, não é mesmo? Pense na perseverança que Jó teve, ao suportar o sofrimento dele. Ele foi o homem que mais sofreu no mundo, mas que também se tornou símbolo da paciência, pela perseverança que teve em suportar tudo.
Os amigos dele, apesar de ficarem falando muita besteira, também foram perseverantes, coitados! Eles não merecem só a nossa critica, mas merecem também a nossa atenção, porque, apesar dos pesares, eles estavam tentando acertar. Pelo menos, eles estavam ao redor do sorumbático sofredor. Isso já foi uma virtude: aguentar ficar ao lado de Jó.
E nós estamos lendo, especificamente, sobre a última fala de Eliú, que foi o último dos quatro a falar, antes de Deus chegar e se pronunciar naquela discussão. E como as leituras de ontem e de hoje são um discurso só, quero retomar um trecho, que está em Jó 33:14-19, para contextualizar o que quero dizer aqui sobre a leitura de hoje. Assim, faríamos um fechamento sobre essa discussão do sofrimento de Jó.
“Pois a verdade é que Deus fala, ora de um modo, ora de outro, mesmo que o homem não o perceba. Em sonho ou em visão durante a noite, quando o sono profundo cai sobre os homens e eles dormem em suas camas, ele pode falar aos ouvidos deles e aterrorizá-los com advertências, para prevenir o homem das suas más ações e livrá-lo do orgulho, para preservar da cova a sua alma, e a sua vida da espada. Ou o homem pode ser castigado no leito de dor, com os seus ossos em constante agonia.”
Comentando sobre isso, veja o que encontrei no periódico “Jó, sofrimento e restauração”, 3º trimestre de 1980, pág. 75: “Eliú era um jovem insatisfeito tanto com os discursos de Jó como os de seus três amigos. Talvez a maior contribuição de Eliú ao debate é a nova ênfase à ideia de que o sofrimento pode ser disciplina, em vez de punição... O conceito de Eliú sobre o sofrimento considerando-o como disciplina não é novo na história de Jó. É a ênfase que ele dá ao conceito que é nova... [Jó] ...deixou que Eliú realçasse a ideia de que o sofrimento pode ser uma disciplina, antes que uma punição”.
Essa é a grande lição. O sofrimento que nos assola não é de todo mal. O lado bom é que ele nos disciplina.
Valdeci Júnior
Fátima Silva