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Esperanto -
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1
|Rute 4:1|
Boaz iris al la pordego de la urbo kaj sidigxis tie. Kaj jen preterpasas la parenco, pri kiu Boaz parolis. Kaj li diris:Alproksimigxu kaj sidigxu cxi tie, vi, tia-tia. Tiu alproksimigxis kaj sidigxis.
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2
|Rute 4:2|
Kaj Boaz prenis dek virojn el la plejagxuloj de la urbo, kaj diris:Sidigxu cxi tie. Kaj ili sidigxis.
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3
|Rute 4:3|
Kaj li diris al la parenco:Tiun parcelon de la kampo, kiu apartenis al nia frato Elimelehx, vendas Naomi, kiu revenis el la lando de Moab;
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4
|Rute 4:4|
kaj mi decidis sciigi vin, dirante:Acxetu en la cxeesto de la logxantoj kaj en la cxeesto de la plejagxuloj de mia popolo. Se vi volas elacxeti, acxetu nun; sed se vi ne volas elacxeti, diru al mi, por ke mi sciu; cxar ne ekzistas iu alia por acxeti, krom vi, kaj mi estas via postproksimulo. Tiu diris:Mi volas elacxeti.
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5
|Rute 4:5|
Tiam Boaz diris:Samtempe, kiam vi acxetos la kampon el la mano de Naomi kaj de Rut, la Moabidino, edzino de la mortinto, vi ankaux prenos sur vin la devon restarigi la nomon de la mortinto al lia heredajxo.
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6
|Rute 4:6|
Kaj la parenco diris:Mi ne povas elacxeti al mi, por ke mi ne pereigu mian propran heredajxon; elacxetu al vi mian acxetotajxon, cxar vere mi ne povas elacxeti.
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7
|Rute 4:7|
Sed de la antikva tempo ekzistis kutimo en Izrael, pri elacxetado kaj sxangxado, por firmigi cxion:oni detiras sian sxuon kaj donas gxin al sia proksimulo; kaj tio estas la atesto en Izrael.
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8
|Rute 4:8|
La parenco diris al Boaz:Elacxetu al vi; kaj li detiris sian sxuon.
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9
|Rute 4:9|
Kaj Boaz diris al la plejagxuloj kaj al la popolamaso:Hodiaux vi estas atestantoj, ke mi acxetis el la mano de Naomi cxion, kio apartenis al Elimelehx kaj al Kiljon kaj Mahxlon;
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10
|Rute 4:10|
kaj ankaux Ruton, la Moabidinon, la edzinon de Mahxlon, mi akiris al mi kiel edzinon, por restarigi la nomon de la mortinto al lia heredajxo, por ke la nomo de la mortinto ne estingigxu inter liaj fratoj kaj cxe la pordego de lia loko; vi estas atestantoj hodiaux.
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Sugestões

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26 de maio LAB 512
NÃO PODERIA FALTAR A REGRA ÁUREA
Neemias 05-08
Em nosso comentário de hoje, quero destacar um ocorrido com os compatriotas de Neemias, que está descrito no capítulo 6 do seu livro. Na realidade, não era apenas um ocorrido, era um problemão.
Enquanto os israelitas estavam reconstruindo os muros de Jerusalém, surgiu a grave questão da opressão. Sabe como é, né? Os mais ricos se aproveitando dos mais pobres. Enquanto o rico ajuda o pobre, não está acontecendo nada mais que a obrigação social, na visão de que Deus deixou: mais recursos nas mãos de um que de outro justamente para aquele ajudar este. Quando passa disso para indiferença, cada um ficando na sua, e o rico não ajuda o pobre, não está acontecendo o que deveria acontecer, mas, muitas vezes, até que ainda dá para suportar.
Agora, quando o rico passa a sugar do mais pobre, fazendo-o sofrer só para se engordar cada vez mais, aí não dá para suportar. E era exatamente isso que estava acontecendo naquele contexto da leitura bíblica de hoje.
E o que isso tem a ver conosco? Talvez você pense: “Tudo bem, pastor. Sei que os Estados Unidos estão pecando e sendo injustos em enriquecer as nossas custas, nos explorando; sei que as multinacionais européias só sugam do Brasil para deixar a Europa mais rica enquanto ficamos mais pobres, mas o que posso fazer?” Às vezes, tendemos a pensar assim. É certo que não podemos mudar o mundo, mas podemos corrigir nossa conduta pessoal sobre esse assunto.
No livro “Southern Watchman”, encontrei o seguinte: “Os costumes do mundo não servem de critério para o cristão. Ele não deve imitar-lhe as práticas desonestas, as falcatruas e extorsões, mesmo que em pequenas questões. Todo ato injusto para com os semelhantes, embora sejam os mais vis pecadores, constitui uma violação da regra áurea. Toda injustiça aos filhos de Deus é efetuada contra o próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa para tirar vantagens pessoais da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem é registrada como fraude, nos livros do Céu.” Já pensou?
Na época de Neemias as transações financeiras injustas e opressivas ameaçavam o êxito do programa de construção e o bem-estar da nação. Essa experiência simplesmente realça o fato de que as nossas relações comerciais estão relacionadas com nossas crenças religiosas porque a moralidade e a religião precisam atuar juntas, na nossa vida, sempre. Seja nos seis dias da semana enquanto estamos trabalhando ou no sábado quando estamos adorando, sempre.
Lembre-se: A regra áurea deve servir de guia. Onde quer que for, faça aos outros o que gostaria que fizessem a você sempre. É A REGRA ÁUREA!
Valdeci Júnior
Fátima Silva