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Esperanto -
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1
|Rute 4:1|
Boaz iris al la pordego de la urbo kaj sidigxis tie. Kaj jen preterpasas la parenco, pri kiu Boaz parolis. Kaj li diris:Alproksimigxu kaj sidigxu cxi tie, vi, tia-tia. Tiu alproksimigxis kaj sidigxis.
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2
|Rute 4:2|
Kaj Boaz prenis dek virojn el la plejagxuloj de la urbo, kaj diris:Sidigxu cxi tie. Kaj ili sidigxis.
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3
|Rute 4:3|
Kaj li diris al la parenco:Tiun parcelon de la kampo, kiu apartenis al nia frato Elimelehx, vendas Naomi, kiu revenis el la lando de Moab;
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4
|Rute 4:4|
kaj mi decidis sciigi vin, dirante:Acxetu en la cxeesto de la logxantoj kaj en la cxeesto de la plejagxuloj de mia popolo. Se vi volas elacxeti, acxetu nun; sed se vi ne volas elacxeti, diru al mi, por ke mi sciu; cxar ne ekzistas iu alia por acxeti, krom vi, kaj mi estas via postproksimulo. Tiu diris:Mi volas elacxeti.
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5
|Rute 4:5|
Tiam Boaz diris:Samtempe, kiam vi acxetos la kampon el la mano de Naomi kaj de Rut, la Moabidino, edzino de la mortinto, vi ankaux prenos sur vin la devon restarigi la nomon de la mortinto al lia heredajxo.
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6
|Rute 4:6|
Kaj la parenco diris:Mi ne povas elacxeti al mi, por ke mi ne pereigu mian propran heredajxon; elacxetu al vi mian acxetotajxon, cxar vere mi ne povas elacxeti.
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7
|Rute 4:7|
Sed de la antikva tempo ekzistis kutimo en Izrael, pri elacxetado kaj sxangxado, por firmigi cxion:oni detiras sian sxuon kaj donas gxin al sia proksimulo; kaj tio estas la atesto en Izrael.
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8
|Rute 4:8|
La parenco diris al Boaz:Elacxetu al vi; kaj li detiris sian sxuon.
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9
|Rute 4:9|
Kaj Boaz diris al la plejagxuloj kaj al la popolamaso:Hodiaux vi estas atestantoj, ke mi acxetis el la mano de Naomi cxion, kio apartenis al Elimelehx kaj al Kiljon kaj Mahxlon;
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10
|Rute 4:10|
kaj ankaux Ruton, la Moabidinon, la edzinon de Mahxlon, mi akiris al mi kiel edzinon, por restarigi la nomon de la mortinto al lia heredajxo, por ke la nomo de la mortinto ne estingigxu inter liaj fratoj kaj cxe la pordego de lia loko; vi estas atestantoj hodiaux.
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Sugestões

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23 de outubro LAB 662
VOE MAIS ALTO!
Lucas 09-11
Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm
Valdeci Júnior
Fátima Silva