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Giovanni Diodati Bible (1649) -
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1
|Daniel 8:1|
NELL´anno terzo del regno del re Belsasar, una visione apparve a me, Daniele, dopo quella che mi era apparita al principio.
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2
|Daniel 8:2|
Io adunque riguardava in visione or io era, quando vidi quella visione, in Susan, stanza reale, ch´è nella provincia di Elam; riguardava, dico, in visione, essendo in sul fiume Ulai.
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3
|Daniel 8:3|
Ed alzai gli occhi, e riguardai, ed ecco un montone stava in piè dirincontro al fiume, il quale avea due corna, e quelle due corna erano alte; me l´uno era più alto dell´altro, e il più alto saliva l´ultimo.
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4
|Daniel 8:4|
Io vidi che quel montone cozzava verso l´Occidente, verso il Settentrione, e verso il Mezzodì; e niuna bestia poteva durar davanti a lui; e non vi era alcuno che riscotesse di man sua, e faceva ciò che gli piaceva, e divenne grande.
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5
|Daniel 8:5|
Ed io posi mente, ed ecco un becco veniva d´Occidente, sopra la faccia di tutta la terra, e non toccava punto la terra; e questo becco avea un corno ritorto in mezzo degli occhi.
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6
|Daniel 8:6|
Ed esso venne fino al montone che avea quelle due corna, il quale io avea veduto stare in piè, dirincontro al fiume; e corse sopra lui nel furor della sua forza.
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7
|Daniel 8:7|
Ed io vidi che, essendo presso del montone, egli infellonì contro a lui, e cozzò il montone, e fiaccò le sue due corna, e non vi fu forza nel montone da durar davanti a lui; laonde lo gettò per terra, e lo calpestò; e non vi fu chi scampasse il montone di man sua.
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8
|Daniel 8:8|
E il becco divenne sommamente grande; ma come egli si fu fortificato, quel gran corno fu rotto; e in luogo di quello, sorsero quattro altre corna ritorte, verso i quattro venti del cielo.
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9
|Daniel 8:9|
E dell´uno d´essi uscì un piccol corno, il quale divenne molto grande verso il Mezzodì, e verso il Levante, e verso il paese della bellezza;
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10
|Daniel 8:10|
e divenne grande fino all´esercito del cielo, ed abbattè in terra una parte di quell´esercito, e delle stelle, e le calpestò.
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Sugestões

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10 de junho LAB 527
MEU MUNDO NÃO É AQUI
JÓ 25-28
“Pelo Deus vivo, que me negou justiça, pelo Todo poderoso, que deu amargura à minha alma, enquanto eu tiver vida em mim, o sopro de Deus em minhas narinas, meus lábios não falarão maldade, e minha língua não proferirá nada que seja falso. Nunca darei razão a vocês [para me acusarem]! Minha integridade não negarei jamais, até à morte. Manterei minha retidão, e nunca a deixarei enquanto eu viver, a minha consciência não me repreenderá” (Jó 27:1-6).
Quem disse isso? O grande Jó. Destaquei esse trecho da leitura porque, para mim, ele é demais. Pense: um seguidor de Deus, sofrendo, na pior das desgraças, sem saber para onde foi a justiça do Senhor, ter a coragem de olhar para o Céu e dizer: “Deus, ainda que o Senhor me mate, é em Ti que eu vou continuar colocando a minha esperança”?
Isso que é fé. Porque quando alguém passa por uma dificuldade, ora e tem sua oração respondida, não tem tanta fé assim. O mundo hoje anda tão longe de compreender o que é fé, que pensa que o “máximo da fé” seria: está desempregado? Bate o joelho no chão e pede um emprego para o Senhor. Daí a oração é respondida e o emprego aparece. Oh! Isso que é fé! Está doente? Faz uma oração e vem a cura! Oh! Que fé! Está precisando de dinheiro? Pede para Deus e a grana aparece. Oh!... Fé? Fé ou presunção? Fé ou teologia da prosperidade? Fé ou mercadologia da religião? Fé ou falta de compreensão bíblica?
Quando é preciso ter mais fé: orar para um paralítico levantar-se e sair andando, em nome de Jesus, e vê-lo sair andando ou orar para um paralítico levantar-se, em nome de Jesus, e não vê-lo sair andando e ainda assim continuar crendo em Jesus? Percebe como nossa noção de fé tem sido deturpada?
Então, permita-me repetir o trecho destacado que estampa, de forma grandiosa, a fé desse homem: “Pelo Deus vivo, que me negou justiça, pelo Todo poderoso, que deu amargura à minha alma, enquanto eu tiver vida em mim, o sopro de Deus em minhas narinas, meus lábios não falarão maldade, e minha língua não proferirá nada que seja falso. Nunca darei razão a vocês [para me acusarem]! Minha integridade não negarei jamais, até à morte. Manterei minha retidão, e nunca a deixarei enquanto eu viver, a minha consciência não me repreenderá.”
Fé é a ponte que nos liga desta vida para a vida eterna. É a convicção de que nosso CÉU PODE COMEÇAR AQUI, MAS QUE NOSSO MUNDO, ABSOLUTAMENTE, NÃO É AQUI.
Nosso destino é o Céu!
Valdeci Júnior
Fátima Silva